Direto da Rússia: Ficou ruim para os cambistas na Rússia

Por Fernando Valeika de Barros, Especial para o Metro Jornal
SELO DA COPA

Não está fácil a vida de cambistas ou de torcedores que desejam comprar entradas no mercado negro. Ilegal, a prática sempre foi. A diferença é que os controles ficaram mais rígidos: o nome do dono da entrada está impresso nela e, desde a Copa das Confederações, em 2017, foi criado uma espécie de RG para os torcedores, a Fan I.D. Ser flagrado com um bilhete com outro nome pode ser considerado falsidade ideológica. E na Rússia não se brinca com isso, ainda mais um estrangeiro. A lei russa também diz que vender o bilhete sem consentimento da Fifa também é ilegal.

Time dos lesionados

O zagueiro francês Djibril Sidibé poderá ser mais uma baixa para a Copa do Mundo da Rússia. Ele teve uma lesão muscular na última partida do Porto, o clube em que joga, e não se recuperará a tempo. É mais um para a seleção dos machucados do Mundial 2018, que já tinha o brasileiro Dani Alves, o zagueiro mexicano Diego Reyes e o inglês Oxlade-Chamberlain.

Predestinado

O lateral-esquerdo Ricardo Rodríguez, da Suíça, precisou de um milagre para jogar futebol. Antes mesmo de ele nascer, em Zurique, exames ultrassom feitos em sua mãe, Marcela, detectaram que ele tinha um orifício no diafragma, por onde poderiam passar resíduos do seu abdômen e intestino. Aconteceu que ele foi operado de emergência e fez tratamentos contínuos, logo que nasceu. Acabou sarando, virou jogador de futebol. Tornou-se um dos destaques do time e o herói que levou a Suíça para o Mundial da Rússia. Foi Ricardo quem marcou o gol da classificação contra a Irlanda do Norte, no mata-mata que definiu as últimas vagas para a Europa.

Isso que é gostar

A delegação do Uruguai levou para a sua concentração, em Nijni Novgorod, uma carga mais do que especial para seus jogadores e membros da comissão técnica: 180 quilos de erva-mate e uma centena de quilos de doce de leite. “Tivemos que conseguir certificados especiais das autoridades russas para entrar no país com esse tipo de produto”, conta Eduardo Belza, gerente-esportivo da Federação Uruguaia.

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