São Paulo joga para espantar a crise precoce

Por Metro Jornal
Dorival durante treino do São Paulo | Maurício Rummens/Fotoarena/Folhapress
São Paulo joga para espantar a crise precoce

Nem bem começou a temporada e o São Paulo já está sob desconfiança da torcida. Foram dois jogos no Paulistão até aqui, com uma derrota para o São Bento e um empate com o Novorizontino. Este último gerou vaias da torcida no Morumbi e fez o técnico Dorival Júnior repensar a ideia de fazer rodízio na equipe tricolor.

“Já imaginava que poderia acontecer. Mas é planejamento que pode, sim, ser alterado dentro de necessidade. Temos que ter calma, ver a reação de cada jogador”, disse o treinador.

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Nesta quarta-feira, às 21h45, o time tem a oportunidade de acalmar os ânimos e começar a resgatar a confiança do seu torcedor. Só uma vitória diante do Mirassol, na casa do rival, é que pode oferecer esse efeito. E precisa, para chegar menos pressionado no sábado, quando enfrenta o Corinthians no Pacaembu.

Dorival faz mistério na escalação. Ontem, o treinador comandou um treino tático em campo reduzido.

Mas, de acordo com o treino aberto de segunda-feira, o possível São Paulo para o jogo tem: Sidão; Militao, Rodrigo Caio, Anderson Martins e Reinaldo; Jucilei, Petros e Shaylon; Marcos Guilherme, Diego Souza e Brenner.

Na escalação não está Cueva. Isso porque o peruano pediu para não ir para o confronto enquanto negocia uma possível saída do time do Morumbi. O São Paulo confirmou ter recebido – e já negado – uma proposta pelo meia.

A atitude do jogador incomodou a diretoria. Para o diretor executivo Raí, há falta de comprometimento: “O Cueva nos pediu para não participar do jogo e nós avaliamos que ele não está plenamente comprometido com a agenda do clube neste momento.”  METRO

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