Grid girls podem deixar a Fórmula 1

Por Metro Jornal

Um dos ícones do esporte a motor pode deixar de ser visto na Fórmula 1. A Liberty Media, proprietária da categoria desde o ano passado, estuda abolir as "grid girls", as moças que seguram as placas que guardam as posições do piloto no alinhamento para a largada.

"Estamos tentando respeitar todas as partes", disse o direito-executivo da Liberty, Ross Brawn, em entrevista à Rádio BBC. "Há um bom número de pessoas que respeitam a tradição das meninas no grid e há pessoas que sentem que isto se tornou um pouco datado, por isso estamos abordando isso."

Chefe-executivo da Liberty Chase Carey, disse: "o que precisamos fazer é obter o maior número de pontos de vista possível e tomar uma decisão certa para o futuro do esporte."

As "grid girls" as são modelos fazem certas tarefas promocionais, geralmente vestindo roupas que ostenta o nome de um patrocinador. Entre os seus deveres na F-1 estão segurando guarda-chuvas ou as placas com os nomes dos pilotos no grid de largada. Elas também acompanham os pilotos no caminho até o pódio.

A exposição das moças virou tema de debate e alguns promotores, inclusive, decidiram substituí-las por modelos masculinos ou crianças.

Talvez a "grid girl" mais famosa do Brasil, a hoje apresentadora Adriane Galisteu segurou o guarda-chuva para Ayrton Senna no GP do Brasil de 1993. Numa daquelas histórias de "Cinderela", segundo ela mesma, os dois acabaram engatando um romance que durou até a morte do piloto, um ano mais tarde.

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