Sócios do Palmeiras votam para presidente do clube neste sábado

Por Tercio Braga
Paulo Nobre e Wlademir Pescarmona são os candidatos à presidência do Palmeiras | Metro Paulo Nobre e Wlademir Pescarmona são os candidatos à presidência do Palmeiras | Metro

Pela primeira vez na história, o Palmeiras terá eleições diretas. Cerca de 10 mil sócios do Verdão estão aptos a ir às urnas e eleger o novo presidente. O atual mandatário, Paulo Nobre, concorre à reeleição. Wlademir Pescarmona, que já foi diretor de futebol na gestão de Salvador Hugo Palaia (2010), representa a oposição.

O vencedor do pleito, que acontece neste sábado, das 10h às 19h no ginásio do clube, assume o comando alviverde em 15 de dezembro.

Apesar das diferenças de apoio de ex-presidentes – Nobre, 46, tem o apoio de Mustafá Contursi, enquanto Pescarmona, 63, tem Luiz Gonzaga Belluzzo como um dos vices na chapa – e de idade, o discurso de ambos é pautado na reconstrução do clube, que luta para não ser rebaixado no Campeonato Brasileiro e há mais de um ano não possui um patrocinador principal.

“Começamos a nos apequenar demais de uns tempos para cá, contratações ruins. O bom e barato virou ruim e caro. Temos de montar um time competitivo para o torcedor, ainda mais com a Arena. Temos de trazer jogadores de primeira linha”, defendeu Pescarmona, que já confirmou que, se eleito, mandará embora o diretor-executivo José Carlos Brunoro, homem de confiança de Nobre.

“Estamos entregando um Palmeiras muito melhor do que o que recebemos. Isso é um fato. Com a reestruturação da dívida do clube, o horizonte se alarga. Essa filosofia precisa perdurar, não só em uma gestão”, rebateu Nobre, que emprestou do próprio bolso valores próximos a
R$ 100 milhões.  

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