Time do papa, San Lorenzo vence em casa é campeão da Libertadores

Por fabiosaraiva
Jogadores do San Lorenzo comemoram título inédito da Libertadores | Martin Acosta/Reuters Jogadores do San Lorenzo comemoram título inédito da Libertadores | Martin Acosta/Reuters

Acabou o tabu. Único clube dos cinco considerados grandes da Argentina que ainda não havia conquistado a Libertadores, venceu a competição nesta quarta-feira ao bater o Nacional do Paraguai pelo placar mínimo no estádio Nuevo Gasómetro. Um gol de pênalti garantiu o título mais importante da história do clube.

Com o empate em 1 a 1 na primeira partida no Paraguai, o Nacional não se intimidou com o estádio argentino lotado e partiu para cima no começo do jogo.  No primeiro minuto, Orué já acertou a trave do goleiro Torrico, quase abrindo o marcador para os adversários.

Apesar de ser considerado azarão, era o nacional que ditava o ritmo do jogo e tinha as melhores oportunidades para marcar. O San Lorenzo parecia sentir a pressão pela conquista do título inédito em casa.

Nestor Ortigoza comemora o gol do título | Enrique Marcarian/Reuters Nestor Ortigoza comemora o gol do título | Enrique Marcarian/Reuters

Os argentinos davam espaços atrás e não conseguiam armar nenhuma jogada, a tensão entre os torcedores era visível. Mas tudo mudou aos 34 minutos, quando em um lance quer parecia despretensioso a bola acabou batendo na mão de um defensor paraguaio. O brasileiro Sandro Meira Ricci marcou pênalti.  Ortigoza cobrou com calma e fez. Festa no Nuevo Gasómetro.

O segundo tempo começou com amesma postura. Precisando atacar, o Nacional se lançou a frente e o San Lorenzo passou a apostar nos contra-ataques. Mas agora os paraguaios tinham um adversário a mais, a torcida, que não parava de cantar.

No final, o Nacional foi na base do coração e da vontade, mas não conseguiram furar a zaga argentina, que começou a valorizar bastante a posse de bola. Aos 50 minutos do segundo tempo, fim de jogo. Começo de festa na Argentina. O San Lorenzo é também o clube de coração do Papa Francisco.

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