Polícia investiga segurança de operário que morreu no Itaquerão

Por Carolina Santos
A arena Corinthians está na fase final de construção | Nacho Doce/Reuters A arena Corinthians está na fase final de construção | Nacho Doce/Reuters

A polícia investiga se o operário que morreu trabalhando nas obras do Itaquerão estava com o mosquetão – uma espécie de gancho que segura o cinto de segurança – solto. O corpo dele foi enterrado neste domingo em São Paulo. Esta foi a terceira morte na arena que será palco da abertura da Copa do Mundo.

Fábio Hamilton da Cruz trabalhava na montagem de uma arquibancada provisória, que será usada apenas no mundial. Ele foi socorrido, passou por cirurgia, mas não resistiu. A Fast Engenharia, que contratou a empresa responsável pelo operário, disse que ele usava todos os equipamentos de segurança necessários. Segundo os bombeiros, o operário caiu de um andaime de uma altura de 15 metros, mas a empresa afirma a queda foi de oito metros.

O enterro aconteceu neste domingo, no Cemitério Municipal de Diadema, na Grande São Paulo.

Em novembro do ano passado, dois trabalhadores morreram depois que um guindaste tombou enquanto içava uma peça da cobertura do estádio. A Arena Corinthians será palco da abertura da Copa, no dia 12 de junho, com o jogo entre Brasil e Croácia. A entrega da obra está prevista para o dia 15 de abril.

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