Brasil atropela o Cazaquistão e vai à final do Grand Prix

Por Carolina Santos
Fernanda Garay ataca contra Cazaquistão, neste domingo | Divulgação/FIBV Fernanda Garay ataca contra Cazaquistão, neste domingo | Divulgação/FIBV

Sem dificuldade alguma, a Seleção Brasileira feminina de vôlei venceu o Cazaquistão neste domingo e garantiu a classificação para a fase final do Grand Prix 2013. Em Almaty, no Cazaquistão, as brasileiras derrotaram as anfitriãs por 3 sets a 0 e parciais de 25-17, 25-16 e 25-10.

A melhor pontuadora da equipe do técnico José Roberto Guimarães neste domingo foi a central Thaísa, que contribuiu com 17 pontos no jogo. Mas o que chamou atenção na jogadora do Osasco foi o número de bloqueios: nove ao todo.

Com o resultado, o Brasil encerrou a primeira fase da competição com oito vitórias em nove jogos – perdeu apenas para a Bulgária – e a segunda colocação geral, com 23 pontos – os cinco melhores e o anfitrião da final Japão avançam. A fase decisiva do Grand Prix será no Japão, entre 28 de agosto e 1° de setembro.

 

O jogo

 

O duelo começou assustador para o Brasil. As cazaques operaram bons ataques e um belo bloqueio para abrir 4 a 0. Aos poucos a equipe se ajustou, a jovem Gabi, de 19 anos, chamava a responsabilidade e o Brasil conseguiu ir para o primeiro tempo técnico à frente por 8 a 7, com Gabi no saque.

Em seguida, o Cazaquistão se perdeu, ou melhor, o Brasil se encontrou em quadra, encaixando o bloqueio e o contra-ataque. A equipe brasileira ainda contou com erros das anfitriãs, como o saque fora que colocou a Seleção com 20 a 12 na frente e facilitou para fechar logo depois o set por 25 a 17.

No segundo set o Brasil demorou a repetir a soberania da primeira parcial. José Roberto Guimarães precisou pedir tempo quando a equipe estava prestes a sofrer uma virada, com o Cazaquistão na cola com 13 a 12 para o Brasil. Mas, voltando a sobrar em quadra, as brasileiras fecharam o set em 25 a 16.

No terceiro set, o Brasil começou afiado no bloqueio e logo abriu 4 a 0. Em seguida, o técnico cazaque pediu tempo, mas de pouco adiantou: o Brasil, com mais um bloqueio, fez 8 a 0 antes do primeiro tempo técnico.

E por falar em bloqueio, a central Tahísa vinha se destacando no quesito e já havia marcado sete pontos desta forma. Com a soberania brazuca, as rivais pontuaram somente no 12º ponto, diminuindo para 11 a 1. Não houve, portanto, dificuldades para o Brasil vencer, ou melhor, massacrar o Cazaqustão no set final: 25 a 10.

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