MasterChef Brasil: Paola e Fogaça dão conselhos para controlar emoções na cozinha

Por Stefani Sousa - Portal da Band

Na noite da última terça-feira, 04, a Band exibiu o quarto episódio da sétima temporada do MasterChef Brasil. Nele, a participante Ana Paula precisou ser consolada pelos chefs ao terminar a segunda prova da noite emocionalmente abalada. Durante a degustação, a chef Paola Carosella, inclusive, deu um conselho à participante com base em sua experiência pessoal: “Cozinho há 30 anos e aprendi há pouco tempo como não me desestabilizar. Na cozinha, tudo é pensado e isso é um exercício”, disse a chef.

Fogaça também questionou o comportamento da cozinheira amadora. “Você tem que aprender a mentir. Se chega aqui derrotada, qual credibilidade passa para a gente? A comida vai dizer, mas é o emocional que você tem que trabalhar. Vai ser bom para você e, consequentemente, para nós”, orientou.

O jurado ainda foi além: “Você se desestabilizou emocionalmente e não conseguiu fazer o que planejou. Não está ruim, embora a apresentação esteja feia. Não desista dos seus sonhos e metas, a cabeça manda em tudo”, disse Fogaça.

Ana Paula, que ouviu os conselhos bastante emocionada, falou sobre a situação em entrevista ao Portal da Band, após as gravações. “Pelo que conheço da minha personalidade, sei que havia chances de eu não entregar esse prato, então fiquei feliz porque consegui terminar. Essa foi uma maneira de me superar e resolver questões de amadurecimento”, afirmou. “Entreguei, encarei, tive uma lição com a Paola e aquilo que ela me falou é verdade. Eu mesma me saboto quando deixo de acreditar em mim”, lamentou Ana.

A cozinheira ainda concluiu que ela mesma foi sua maior concorrente. “Dei tudo de mim, mas, ao fim da prova, não estava mais com aquele tesão. Eu sei que sou capaz e que posso estar no MasterChef, mas não foi fácil. Sou perfeccionista, teimosa e diversas vezes me dou mal por não seguir a minha intuição. Eu me cobro demais e, em um momento em que eu poderia ter curtido 100%, não aproveitei. Talvez, se tivesse ido com uma postura mais alegre, meu prato poderia ter passado outra impressão.”

Apesar da frustração de não ter conseguido mostrar 100% as suas habilidades, a participante leva para casa um bom desempenho nas duas etapas da prova. “Esse é um momento muito especial da minha vida, de descoberta, de me esforçar para o que eu quero, de deixar mágoas pra trás, como um recomeço. Espero voltar”, finaliza.

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