Kanye West desiste de concorrer à presidência dos EUA

Por Angela Correa

Contratado por Kanye West para, aparentemente, ajudá-lo em sua campanha presidencial, o conselheiro político Steve Kramer disse que o rapper está fora da corrida pela Casa Branca. Em entrevista à coluna The Intelligencer, da New York Magazine, Kramer afirmou que Ye "está fora" depois de pesquisas recentes mostrarem que ele tinha apenas 2% de intenção de votos.

Foi uma "campanha" meteórica. O músico anunciou via Twitter, em 4 de julho, feriado de Independência dos Estados Unidos que estava disposto a disputar a eleição. O milionário Elon Musk chegou a responder: "Você tem meu total apoio". Dias depois, afirmou que ele e o rapper tinham ideias mais diferentes do que supôs inicialmente.

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Kramer foi contratado para ajudar a reunir assinaturas para que a candidatura independente pudesse se concretizar.

"Não tenho nada bom ou ruim a dizer sobre Kanye. Todo mundo tem sua decisão pessoal. Concorrer à presidência tem de ser uma das coisas mais difíceis para alguém realmente considerar nesse nível. Ele observou os obstáculos que um candidato pela primeira vez enfrenta e qualquer candidato que se candidata a presidente pela primeira vez passa por esses soluços", disse o assessor.

Apoiador do atual presidente Donald Trump, West planejaria uma vida política há anos, segundo reportagem da revista Us Weekly. Tanto que a mulher, a empresária e celebridade Kim Kardashian, com quem tem quatro filhos, estaria ciente dessa vontade.

Já, com o site TMZ, a família dele estaria preocupada com o que classificaram com esse episódio de mania, já que Ye tem transtorno bipolar. Ele ainda não se pronunciou sobre a desistência.

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