Com show marcado no Lollapalooza, Rita Ora fala sobre novas músicas e carreira de atriz

Por Metro Jornal

Rita Ora ganhou o coração do público graças à sua voz, única em meio à extensa lista de mulheres talentosas da nova geração pop. Dona de vocais emotivos e cheios de uma alegre energia, a cantora britânico-albanesa fez estreia em 2012, escalando o topo das paradas com seu álbum “Ora”.

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Mesmo depois de um hiato que ameaçou interromper sua carreira, ela permaneceu nas paradas, e lançou o triunfante “Phoenix”, em 2018. Com single de sua próxima fase, “How to be Lonely”, marcado para sair no dia 13 e show confirmado no Lollapalooza deste ano, em São Paulo, dia 3 de abril, ela deu uma pausa nas gravações para falar com o Metro.

Podemos esperar pelo seu novo álbum em 2020?

Estou no estúdio trabalhando em novas músicas sempre que posso. Eu quero continuar lançando músicas ao longo do ano. Meus dedos estão cruzados para que não demore muito até que os fãs possam ouvir.

Em 2015, você interpretou a irmã de Christian Grey em “50 Tons de Cinza”. Quando poderemos vê-la novamente nas telas?

Acabei de rodar um novo filme chamado “Twist”, um remake do clássico “Oliver Twist”. Faço o papel de Artful Dodger, até então um papel masculino. Adoraria poder me dedicar mais à atuação, embora muitas vezes não tenha tempo, por conta da necessidade de sair em turnês. Mas graças às oportunidades que tive até agora em atuar, me descobri realmente apaixonada pela profissão.

Qual é o seu  festival de música favorito?

Seria impossível escolher! Existem muitos, mas ir a festivais é uma das minhas atividades favoritas. Tenho muitas memórias boas de frequentar festivais de música com amigos.

Como você avalia a sua evolução artística, do começo da carreira para cá?

Gosto de pensar que ainda sou exatamente a mesma pessoa, nunca esqueci de onde vim. Levanto-me todos os dias e faço o que mais amo no mundo, e é por isso que trabalho tanto.

Tem sido difícil atender a tantos compromissos motivados pelo sucesso?

Acho que casa pessoa tem uma jornada diferente. Quando comecei, parecia muito natural para mim. Eu não poderia fazer o que faço sem o amor e o apoio da minha família, amigos e daqueles que trabalharam comigo. É precisamente esse apoio e entendimento que me permitiu criar coisas das quais realmente me orgulho e me deu espaço e liberdade para fazer música vinda do meu coração. Todo dia revela um novo aprendizado, e sou grata por acordar e estar viva para continuar me dedicando àquilo que amo. 

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