Elisabeth Moss, de Handmaid's Tale, protagoniza o suspense 'O Homem Invisível'

Por Metro Jornal

Elisabeth Moss, vencedora dos prêmios Emmy e Globo de Ouro por sua atuação na série televisiva “The Handmaid’s Tale”, agora traz à vida Cecilia Kass no suspense “O Homem Invisível”.

Dirigido por Leigh Whannell”, estreia nesta quinta-feira (27) nos cinemas com a história de Cecilia Kass, mulher que vive presa em um relacionamento violento e controlador com um rico e brilhante cientista. Com a ajuda de sua irmã, de sua amiga de infância e de sua filha adolescente, ela foge.

Quando seu ex abusivo comete suicídio, e deixa para ela uma parte de sua vasta fortuna, Cecilia suspeita que tudo não passe de uma farsa. À medida que uma série de coincidências sinistras passam a acontecer, sua sanidade começa a se desfazer enquanto ela tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

Em entrevista ao Metro, a atriz falou sobre sua personagem no longa e os desafios de interpretar mulheres que precisam enfrentar situações abusivas.

Como você descreveria seu personagem neste filme?

Cecilia enfrenta uma situação que nunca imaginou enquanto tenta escapar de algo que não pode ver. Ninguém acredita nela, ninguém pode entender o que está acontecendo com ela e isso atrapalha sua vida.

Você acha que Cecilia tem uma semelhança com June Osborne, seu papel em “The Handmaid’s Tale”?

Claro, acho mesmo que são personagens muito fortes. Para mim, é muito interessante e importante interpretar mulheres que sobreviveram a adversidades, que tiveram que enfrentar desafios em termos de violência de gênero ou preconceito social. É realmente um desafio interpretar mulheres que sofrem violência. Nesse caso, foi um papel desafiador porque Cecilia é uma mulher que aprende a se defender, e não se trata de algo tão distante da vida real.

O filme conta com muitos efeitos visuais. Foi difícil fazer essas cenas?

Foi complicado, porque eu tive que praticar e usar muito a minha imaginação para poder mostrar todo aquele sentimento de angústia e desespero, mas isso faz parte do nosso trabalho como atores. É claro que não cheguei lá sozinha. Tive ajuda de toda a produção. O diretor, Leigh Whannell, fez um ótimo trabalho. Ele sabia que tinha um grande desafio em suas mãos com este filme e acho que acabamos formando uma ótima equipe. 

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