MasterChef - A Revanche: ‘Achava que tinha feito um péssimo trabalho’, conta Fernando Cavinato

Por Vinícius de Melo - Portal da Band

A primeira prova em equipe do MasterChef – A Revanche testou os limites dos participantes: eles tiveram que preparar em duas horas um prato principal e uma sobremesa para 150 tripulantes da Marinha Brasileira, a bordo do Porta Helicópteros Multipropósito Atlântico.

"Como a gente nunca tinha trabalhado juntos, nunca estivemos em uma prova em equipe, eu não sabia muito bem como a galera trabalhava. Tinha uma noção, mas não sabia bem. Por isso fiquei com o pé atrás quando as meninas foram para cima do Estefano [Zaquini]. Eu até ia para o lado dele, mas não deu", revelou Fernando Cavinato em entrevista ao Portal da Band.

"Nossa estratégia foi fazer o peixe em postas para economizar o máximo de tempo possível e conseguir fazer outras coisas. Se a gente filetasse o peixe, ia demorar mais de uma hora. Economizamos praticamente 40 minutos aí para fazer outras partes da receita. Conversamos com o capitão da equipe [Fernando Kawasaki] e mantivemos cada um em uma função, deixando ele como coringa", continuou.

Apesar da boa divisão no trabalho, o time vermelho perdeu de lavada para a equipe amarela. "Foi muito inesperado. A gente saiu da prova muito desolado. A gente achava que tinha feito um péssimo trabalho. Ficou todo mundo desolado, de cabeça baixa", relatou. "E, quando chegamos no estúdio, vieram esses elogios todos. Foi totalmente o contrário do que a gente esperava", continuou.

"A gente achava que os chefs iam reclamar muito da gente, porque durante a adrenalina da prova, a gente não sabe o que está acontecendo, se estamos fazendo certo ou não. Eu fui com a impressão de que tinha trabalhado mal e foi totalmente ao contrário. Os jurados falaram que estávamos organizados e, às vezes, a gente precisa desse feedback, pois são qualidades que a gente não vê", completou.

Fernandinho ainda foi classificado como "um verdadeiro sous-chef" por Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin. "Eu curti muito. Um elogio desses falando que você trabalhou bem, que você se esforçou, é uma recompensa. Você começa a olhar e enxergar algumas qualidades que, de outra forma, não enxergaria. Fora ter ganhado o mezanino, que tirou duas bigornas das costas. Porque é mais uma chance de mostrar o meu trabalho. Foi demais", finalizou.

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