Com Angelina Jolie, 'Malévola: Dona do Mal' questiona laços familiares

Por Metro Jornal

O diretor Joachim Ronning é um especialista em filmes de fantasia. Diretor de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017), ele volta a dirigir um filme da Disney em “Malévola: Dona do Mal”, que estreia nesta quinta-feira (17).

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Nessa continuação, Angelina Jolie e Elle Fanning retornam às personagens principais, nos papeis da Malévola e Aurora, respectivamente.

Na história, cinco anos após a menina despertar de sono profundo, mãe e afilhada começam a questionar os complexos laços familiares que as prendem à medida em que são puxadas em direções diferentes por casamentos – sim, a rainha dos Moors vai se casar com o príncipe Phillip –, aliados inesperados e novas forças sombrias em jogo, ou nem tanto, como a rainha Ingrith no papel de Michelle Pfeiffer.

O diretor explica que quer explorar todos os lados da maldade e que, para contar tudo isso, não usa elementos da tradicional história da Bela Adormecida, mas sim de um contexto totalmente novo.

A expectativa é alcançar o sucesso do primeiro filme, de 2014, quando somou mais de US$ 750 milhões arrecadados.

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