Grey’s Anatomy: Atriz fala sobre gravidez surpresa, mas não confirma novo casal na 16ª temporada

Por Victória Bravo

A 16ª temporada de “Grey’s Anatomy” trouxe muitas histórias intensas e, entre elas, está a de Amelia Shepperd, personagem de Caterina Scorsone, que acaba de descobrir que está grávida. Pensando sobre o que significa sua maternidade e a paternidade de Link, interpretado por Chris Carmak, a atriz falou sobre o assunto com entusiasmo.

“Acho que Amelia está mais preparada para ter um bebê agora por várias razões. Quando ela e Owen terminaram de ter ou não ter filhos, ela não teve a experiência de ser mãe de Leo e Betty. Ela também sofreu muito com a perda do bebê Christopher que não havia processado. Antes que eles terminassem, ela nem era capaz de dizer o nome dele em voz alta, muito menos compartilhar sua dor com alguém, incluindo Owen”, disse em entrevista à Refinery29.

De acordo com  Caterina, sua personagem teve medos e traumas curados após passar por tantas situações difíceis.

“Falar sobre a dor e o trauma de uma pessoa pode ser incrivelmente curador, e eu acho que uma combinação do luto dela por Christopher e maternidade com Leo e Betty com tanto amor, muito do medo e trauma de Amelia foi curado", disse.

Para a atriz, a gravidez fala muito mais sobre uma nova fase na vida de Amelia e não apenas determina se ela irá iniciar uma família junto a Link ou não, mesmo admitindo que sua personagem pode estar "um pouco apaixonada" por ele.

“Podem ser hormônios. Eu acho que ela ficou realmente emocionada com o apoio dele. Se dará certo ou não, o fato dele ter dito que a apoiaria e criaria o bebê com ela, era o que ela precisava ouvir para saber que ele seria um pai sólido para ele. Isso a ajudou a superar seu medo e abraçar esta gravidez e esse bebê”, explicou.

Para terminar, Caterina explica que, apesar do choque inicial, Amelia está forte para enfrentar os desafios da maternidade.

“Amelia está em um lugar em sua vida que está voltada a si mesma. Ela tem uma carreira, ela tem sobriedade, ela tem uma comunidade e o apoio das suas irmãs. Ela não quer ou não precisa mais se perder em nada ou em ninguém. Eu acho que ela é bastante clara de que quer esse bebê e sua maternidade não depende de um relacionamento duradouro. Se isso acontecer, legal. Mas ela não está esperando permissão ou condições típicas perfeitas para se tornar a mãe que ela quer ser”, finalizou.

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