Ashton Kutcher testemunha no julgamento de serial killer acusado de crime brutal

Por Victória Bravo

Quando Ashton Kutcher foi buscar Ashley Ellerin para um primeiro encontro na noite do Grammy em 2001 e ela não atendeu a porta, ele jamais pensou que se envolveria em um caso brutal de assassinato.

De acordo com o Los Angeles Times, nesta quarta-feira o ator testemunhou no julgamento de Michael Gargiulo , um serial killer que enfrenta duas acusações de assassinato, incluindo Ashley.

Na noite do crime, Kutcher, agora com 41 anos, planejava ir jantar e beber com Ellerin, 22 anos, mas quando o ator chegou buscá-la em casa, não foi atendido.

Os promotores disseram que antes da sua chegada, Gargiulo havia entrado na casa da jovem em Hollywood e a esfaqueado 47 vezes.

“Bati na porta. Não houve resposta. Bati novamente. E mais uma vez, sem resposta ”, declarou Kutcher nos tribunais. “Neste momento, eu presumi que ela havia saído a noite e que ela estava chateada comigo por ter atrasado.”

Mas antes de sair, o ator espiou pela janela e viu todas as luzes estavam acesas. Além disso, tudo estava bagunçado e parecia que vinho tinto tinha sido derramado no carpete. Nada disso era alarmante para ele que tinha ido recentemente a uma festa de inauguração na casa e viu as pessoas estavam bebendo.

No entanto, após descobrir no dia seguinte que Ellerin havia sido morta, ele procurou a polícia "em pânico", pensando que suas impressões digitais estavam na porta.

Durante a audiência de hoje, Daniel Nardoni, advogado do acusado respondeu que Kutcher não deveria se preocupar, pois “não era um suspeito”.

Gargiulo conheceu Ellerin, uma estudante de moda de 22 anos, quando ele se aproximou e se ofereceu para ajudá-la a trocar um pneu furado. Mais tarde, ele se ofereceu para ajudar a consertar um problema com seu aquecedor, e a partir de então começou a aparecer sem ser convidado e sem avisar no apartamento da jovem.

Kutcher entregou testemunho sobre o caso em um tribunal do centro de Los Angeles em presença do suspeito homicida, quem os promotores querem condenar a pena de morte.

 


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