‘Hip Hop Genealogia’ traz o movimento nos anos 1980

Por Metro Jornal

“Party people, party people
Can y’all get funky?
Soul Sonic Force, can y’all get funky?
The Zulu Nation, can y’all get funky?”

Começava assim uma nova era do gênero que dominava a música norte-americana no fim dos anos 1970 e começo da década 1980. Com “Planet Rock”, Afrika Bambaataa e sua Soulsonic Force colocou o hip hop em outro patamar artístico e esse é um dos pontos de partida da segunda edição da HQ “Hip Hop Genealogia”, com texto e desenho de Ed Piskor, recém-lançada pela Editora Veneta.

O momento era de dominação do gênero musical, que tinha vários rappers como verdadeiros ídolos pop. Suas músicas ferviam não só nas ruas do Bronxs, mas dominavam grande parte do público norte-americano. Por mais que os artistas quisessem, justamente fazer sucesso, alguns deles foram acusados de deixarem para trás suas raízes.

Provocados, novos artistas olharam para os seus passados para trazer frescor ao hip hop. E a tradição da música feita nas ruas, sobre o que aconteciam nos bairros de Nova York, inspiraram nomes inesquecíveis, como Run-DMC.

Com texto bem-humorado e ligeiro, Ed Piskor coloca nessa edição os nomes que surgiam na época, como NWA, Ice T e Public Enemy, além da importante chegada do Beastie Boys, que trouxe junto referências de rock, punk e do hardcore, que começava a surgir nos EUA.

Esse documentário em forma de quadrinho é leitura fundamental para quem gosta de música.

hip hop genealogia 2

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