Johnny Depp aposta em vídeos de segurança para provar inocência em caso de violência doméstica

Os 87 clipes anexados ao processo captaram imagens de Amber Heard e, segundo a equipe jurídica de Johnny, não há sinais de lesões no rosto da atriz depois do suposto incidente

Por BANG Showbiz

Johnny Depp acredita que vídeos de segurança irão provar sua inocência no caso de violência doméstica aberto por Amber Heard.

O ator de 'Piratas do Caribe' está processando sua ex-mulher por difamação e, como parte das provas que anexou à ação judicial, ele enviou vídeos obtidos pelas câmeras dos elevadores de seu antigo prédio, filmados três dias depois que ele foi acusado de agredir a atriz.

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Os clipes, que foram divulgados pelo 'The Blast', captaram imagens de Amber, sua irmã, Whitney, e um amigo entrando e saindo do elevador diversas vezes. A equipe jurídica de Johnny alega que não há sinais de lesões no rosto da atriz, embora ela e suas testemunhas afirmem em detalhes que Johnny Depp a agrediu na face e destruiu seu próprio apartamento durante um ataque de raiva.

O advogado do ator, Adam Waldman, explicou: "A senhora Heard notoriamente apareceu no tribunal seis dias depois do suposto incidente com hematomas no rosto, pedindo o divórcio e uma ordem de restrição temporária contra o Sr. Depp. No total, 87 vídeos de Amber foram gravados entre 21-26 de maio de 2016, nos quais ela interagiu com vários funcionários do prédio, que testemunharam que não viram nenhum ferimento nela".

Amber, por sua vez, acusou Depp de "conduta delirante e violenta" induzida por drogas e álcool.

Em seu processo, a atriz de 'Aquaman' descreveu o suposto abuso que sofreu, em incidentes que teriam acontecido quando Johnny, de 55 anos, estava "bêbado" demais para lembrar do que havia ocorrido.

"Cerca de um ano depois do início do nosso relacionamento, comecei a testemunhar Johnny exagerando nas drogas e no álcool. Em algumas ocasiões, quando Johnny usava simultaneamente drogas ilegais e medicamentos vendidos sob prescrição, precisei recorrer a profissionais de saúde. Sempre que ele usava drogas, eu me preocupava por nós dois. Ele se tornava uma pessoa completamente diferente, muitas vezes delirante e violenta. Apelidamos essa versão de 'Johnny, o Monstro''. Johnny muitas vezes não se lembrava de sua conduta agressiva depois que o efeito do que havia consumido passava. Como eu o amava, acreditava em suas múltiplas promessas de que ele poderia e iria melhorar. Eu estava errada", desabafou.


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