Dificuldade é chamariz de ‘Sekiro: Shadows Die Twice’

Por Metro Jornal
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Desde o fim de março, gamers de todo o mundo têm se esforçado para conseguir alcançar pelo menos um dos quatro finais possíveis de “Sekiro: Shadows Die Twice”.

O novo título da FromSoftware – mesma responsável por “Dark Souls” – exige dedicação acima da média para que a jornada do protagonista, conhecido como Lobo, seja completa.

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A trama do game se passa no Japão do período Sengoku – algo em torno dos séculos 15 e 16 –, que foi marcado por intensas guerras civis até o estabelecimento do período Edo.

De início, pouco se sabe sobre Lobo, um guerreiro shinobi (meio samurai, meio ninja). A missão dele é resgatar seu mestre, e ao longo do caminho será possível descobrir mais sobre o personagem, que tem como grande trunfo a capacidade de ressuscitar.

É daí que vem o nome do jogo – “sombras morrem duas vezes”, em tradução livre. Acontece que o jogador tem que estar disposto a morrer bem mais que isso, mas não indiscriminadamente.

Afinal, cada morte cobra um preço, provocando consequências na rede de personagens em torno da qual Lobo se sustenta, como o Escultor e Hanbei, responsável pelo treinamento do jogador.

Para evitá-las, é preciso ter atenção redobrada em cada luta, observando as fragilidades dos oponentes e descobrindo a hora certa de repelir ataques ou partir para a ofensiva.

Cada rival tem suas particularidades, ou seja, essa é uma dinâmica que exige muita tentativa e erro – e é preciso ter paciência para errar bastante.

A graça de “Sekiro” está, portanto, na satisfação que ele produz no jogador diante de cada luta vencida, fazendo dele um dos games mais desafiadores da atual geração de consoles.

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