Exposição no Fiesp ressalta obra sentimental do artista plástico Leonilson

Por Metro Jornal

Cearense radicado em São Paulo, Leonilson (1957-1993) ficou conhecido entre os artistas da chamada Geração 80 por revelar sentimentos sem pudores em suas mais de 3.400 criações.

Cerca de 120 delas estão reunidas agora na exposição “Leonilson: Arquivo e Memória Vivos”, que abre nesta quarta-feira (20) no Centro Cultural Fiesp (av. Paulista, 1.313, Cerqueira César; tel.: 3146-7000; de ter. a sáb., das 10h às 22h, e dom., das 10h às 20h; grátis).

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São pinturas, desenhos e bordados nos quais ele escancara suas visões de mundo mais íntimas, divididas em três núcleos cronológicos, organizados pelo curador Ricardo Resende.

O primeiro se dedica ao início da carreira do artista, nos anos 1970, com direito à apresentação da primeira pintura feita por ele, aos 14 anos, retratando um peixe.

O núcleo dos anos 1980 se volta a sua profissionalização no meio, com muitas telas de montanhas.

O último revela sua produção mais conhecida, produzida nos anos 1990, nos quais ele se volta às palavras para abordar temas difíceis, como doença e morte – Leonilson morreu aos 36 anos em decorrência do vírus da aids.

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