Oscar 2019: Indicada em 1983 em sua estreia, Glenn Close tenta primeira vitória por A Esposa

Por Metro Jornal
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Depois que Kate Winslet conseguiu sua estatueta dourada por "O Leitor" (2008), os fãs do cinemão hollywoodiano costumam apontar a atriz Amy  Adams, como uma das grandes esnobadas da história do Oscar. Mas alguém já parou para pensar na trajetória de Glenn Close?

Com "A Esposa" (2017), a atriz americana, 71 anos, completa sua sétima indicação na premiação na Academia de Ciências e Artes Cinematográficas – sem nenhum Oscarzinho em casa ainda. Ela teve uma ascensão rápida desde que conquistou um grande papel em "O Mundo Segundo Garp" (1982), pelo qual foi indicada a melhor atriz coadjuvante.

 

A Esposa Divulgação

 

Até então, havia conseguido participações em séries e filmes feitos para a TV, além de teatro. Nos dois anos seguintes, ela faturou mais duas indicações de melhor atriz coadjuvante: por "O Reencontro" e "Um Homem Fora de Série".

No fim dos anos 1980, a atriz viveu dois papéis emblemáticos e foi reconhecida como atriz principal. Alex Forrest, a amante  de "Atração Fatal" (1987) que não aceita o fim de um caso e faz até os animais de estimação pagarem por isso e a marquesa de Merteuil, a grande vilã de "Ligações Perigosas" (1988), foram personagens igualmente indicados ao Oscar e igualmente ignorados.

Nos anos 1990, essa reputação de intéprete de mulheres fortes continuou como a tia Ferula de "A Casa dos Espíritos" (1993), a Cruella de 101 Dálmatas (1996) e a vice-presidente dos Estados Unidos em "Força Aérea Um" (1997).

Nos anos 2000, ela conciliou o cinema com duas séries na TV: "The Shield" e "Damages".

Veja a linha do tempo da carreira de Glenn Close abaixo:

 

 

 

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