‘Life Is Strange 2’ ecoa política americana

Por Metro Jornal

A franquia “Life Is Strange” não é uma unanimidade, mas conquistou vários fãs ao apostar em um jogo no qual as escolhas são determinantes para a narrativa.

Após obter sucesso em 2015, o game ganhou um segundo título em setembro do ano passado com nova história e novos protagonistas.

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“Life Is Strange 2” é dividido em cinco temporadas, sendo que a segunda – intitulada “Rules” – acaba de ser lançada. É a chance que os jogadores têm de se aprofundar um pouco mais nas desventuras dos irmãos Sean e Daniel Diaz, respectivamente de 16 e 9 anos.

De origem latina, a família deles foi abalada por um acidente trágico que os obrigou a encarar uma jornada a pé de Seattle, no extremo norte americano, até o México, enfrentando violência e preconceito, o que ecoa o estado atual da política americana.

Apenas com a roupa do corpo, os dois vivenciam experiências que os colocam no limite, culminando em uma descoberta reveladora: o caçula tem poderes sobrenaturais.

O jogador controla o irmão mais velho, o que parece um contrasenso: afinal, qual a graça de ditar os rumos de quem, em tese, não tem nada a oferecer de diferente?

Acontece que são as ações de Sean que determinam as reações de Daniel. Com isso, as interações entre os irmãos são fundamentais para a forma como as habilidades do mais novo serão usadas – “Rules” se trata justamente de estabelecer as regras de convivência deles com os poderes.

A história começa exatamente de onde parou, então os itens coletados e a quantidade de dinheiro de antes seguem as mesmas. Novos personagens surgem em cena, e a promessa é de um episódio ainda mais dinâmico, já que, com os personagens apresentados, pode-se experimentar um pouco mais de ação.

O game está disponível para PS4, XOne e PC (R$ 125).

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