Série de comédia 'Maravilhosa Sra. Maisel' foca nos detalhes em nova temporada

Por Metro Internacional

“Maravilhosa Sra. Maisel”, que acaba de estrear sua segunda temporada no serviço de streaming Amazon Prime Video, é uma série sobre as provações e a volta por cima de Miriam “Midge” Maisel (Rachel Brosnahan), mulher abandonada pelo marido infiel (Michael Zegen) que, na Nova York do fim dos anos 1950, decide transformar radicalmente sua vida pessoal e profissional e se tornar comediante de stand-up.

Assinada pelos cocriadores Amy Sherman-Palladino e Dan Palladino, de “Gilmore Girls”, essa é uma das séries com diálogos mais velozes da televisão, mas a estrela do seriado, que acaba de vencer seu segundo  Globo de Ouro de melhor atriz de comédia pelo papel, se diz preparada para o desafio.

“Midge segue sendo a mesma pessoa que fala e caminha rapidamente enquanto busca manter em segredo seu alter ego cômico para a própria família”, afirma Rachel, para quem a segunda temporada pareceu “mais rápida do que nunca”.

Na primeira leva de episódios, vimos Midge passar noites e mais noites aperfeiçoando suas habilidades humorísticas naturais com a ajuda de sua agente, Susie (Alex Borstein), enquanto fazia malabarismos entre um trabalho diurno e a criação de dois filhos.

A segunda temporada segue um tom bem parecido, com uma atenção especial aos detalhes históricos e à inserção de alguns toques dramáticos. Isso se deu com um reforço na equipe de roteiro, que passou a incluir dois dramaturgos e também dois comediantes, reforçando as piadas de Midge quando ela aparece atuando e ajudando a atriz a incorporar mais realismo às cenas.

Esse apreço ao detalhismo de época está na presença do famoso comediante Lenny Bruce (Luke Kirby) entre os personagens e no visual que a protagonista adota em seus shows, remetendo a Joan Rivers.

“É um alento escutar de comediantes que, apesar de odiarem a forma como o cinema e a TV representam o stand-up, a jornada de Midge encontra ressonância neles, para quem é familiar o processo de dar polimento às piadas, a competição por espaços melhores e a perda do controle dos filtros de como a sociedade os vê”, afirma Brosnahan.

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