Super Smash Bros. Ultimate promete experiência grandiosa com infinitas possibilidades de combate

Por Metro Jornal
Super Smash Bros. Ultimate

Tudo que envolve o recém-lançado game “Super Smash Bros. Ultimate” é superlativo. Estão ali mais de 70 personagens da Nintendo que podem se digladiar em mais de cem cenários diferentes ao som de 900 horas de música, criando possibilidades quase infinitas de variação de combate.

Tal grandiosidade tem feito gamers de diversas gerações sentenciarem esta como a versão definitiva do jogo que conquistou fãs da produtora japonesa ao colocar personagens tão diversos quanto Mario, Pikachu e Pac-Man em brigas completamente insólitas.

“Ultimate” traz alguns nomes novos à roda, como King K. Rool, da série “Donkey Kong”, e Ridley, de “Metroid”, e a jogabilidade para a plataforma Switch ficou ainda mais rápida e fácil.

Há duas formas de curtir o game sozinho. O modo clássico, em estilo arcade, coloca o jogador diante de uma sucessão de lutas, com o diferencial de a jornada de cada personagem ganhar variações temáticas e outros chefões finais além de Master Hand.

O outro modo é o World of Light, que inclui uma leve narrativa: um vilão tomou os espíritos dos lutadores e os colocou nos corpos de clones do mal. Para libertá-los, o jogador precisa enfrentar esses personagens. Caso consiga, ele pode acumular habilidades desses espíritos.

Apesar da novidade, a maior graça do game continua sendo o modo multiplayer, com a possibilidade de organização de torneios, além do modo de combate Squad Strike, no qual cada jogador pode montar times com vários lutadores, ajudando-o a explorar personagens que não usaria normalmente.

Essa combinação parece ter dado certo: 11 dias após seu lançamento, “Super Smash Bros. Ultimate” vendeu três milhões de cópias só nos EUA.

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