J.K. Rowling leva roubo de artigos de 'Harry Potter' à justiça e é acusada de aterrorizar funcionários

Por Victória Bravo

O autora da saga de “Harry Potter”, J.K. Rowling processou sua ex-assistente pessoal, Amanda Donaldson, por supostamente fazer compras que não foram autorizadas.

Em novembro, foi anunciado por meio de um porta-voz que a escritora apresentou uma queixa ao tribunal escocês com seu nome de casada, Joanne Murray, para recuperar seu dinheiro. Embora ele já tivesse demitido Amanda em 2017 por supostamente subtrair uma série de produtos da saga avaliados em £24.000 (cerca de R$ 117.590,00).

Entre as acuações, também se somavam £3.500 em uma loja de beleza, £2.100 em um cartão presente em uma loja de presentes e £1.800 em produtos do Starbucks.

Jk Reprodução / Daily Mirror

Na Escócia, Amanda afirmou diante da corte que sua ex-chefe “poderia ser realmente generosa”, mas nunca deu instruções específicas para o uso do cartão de crédito da empresa.

Ela ainda alegou que a escritora é “inacessível” e que “as pessoas no escritório perguntavam se ela estava de bom humor, de uma forma aterrorizada”.

Amanda também insistiu que o dinheiro usado na rede de cafés foi destinado à compra de comida para as reuniões de negócios e para funcionários, a pedido de Rowling.

De acordo com documentos judiciais revisados pelo jornal britânico The Sun, gastos excessivos com as contas de Rowling foram descobertos por seu marido Neil Murray.

Em uma audiência anterior, o marido da autora descreveu a ex-assistente como uma “mentirosa” e a acusou diretamente de roubar a produtos de “Harry Potter” que haviam sido destinados a crianças doentes.

J.K. Rowling procura a reparação do dano, mas sua ex-assistente insistiu no tribunal: “Eu realmente respeitei meu trabalho e nunca teria sonhado em fazer algo assim, estou muito ofendida e magoada”. O caso permanece em aberto.

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