Estreias no cinema: a diversidade de Tinta Bruta e mais lançamentos desta semana

Por Fred Lopes

O grande vencedor do Festival do Rio finalmente estreia nos cinemas de todo o Brasil. "Tinta Bruta" explora a sensação de não pertencimento de pessoas LGBT em meio a uma Porto Alegre assolada pela onda conservadora (leia o texto aqui).

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Também tem a estreia do documentário da dama do teatro lírico francês, Maria Callas (veja mais) e outro sobre o cartunista brasileiro Henfil, a animação "Encantado", "A Vida em Si", "O Beijo no Asfalto", "O Chamado do Mal", "A Mata Negra", "Rasga Coração" e "O Ódio que Você Semeia".

Assista aos trailers:

Tinta Bruta

[Brasil, 2018], de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. Com Shico Menegat, Bruno Fernandes e Guega Pacheco.

Enquanto responde a um processo criminal, Pedro é forçado a lidar com a mudança da irmã para o outro lado do país. Sozinho no escuro do seu quarto, ele dança coberto de tinta neon, enquanto milhares de estranhos o assistem pela webcam.


Maria Callas – Em Suas Próprias Palavras

[França, 2017], de Tom Volf. Com Maria Callas, Vittorio De Sica e Pier Paolo Pasolini.

Artista absoluta, se tornou um ícone mundial e uma mulher apaixonada pelo destino inesperado, “Maria Callas – Em Suas Próprias Palavras” é a história de uma vida excepcional em primeira pessoa. Callas revela Maria e revela também uma personalidade incandescente e vulnerável. Um momento de intimidade com uma lenda e toda a emoção desta voz única no mundo.


Encantado

[França, 2017], animação de Ross Venokur. Com voz original de Demi Lovato e dublagem de Leonardo Cidade e Larissa Manoela.

Todos sabemos como terminam os maiores clássicos dos contos de fadas. A Cinderela se casa com o Príncipe Encantado. A Branca de Neve se casa com o Príncipe Encantado. E a Bela Adormecida se casa com o… bom, agora isso tá ficando estranho… Príncipe Encantado. Você certamente já ouviu falar muito dele e agora chegou a hora de conhecer a sua verdadeira história!


A Vida em Si

[EUA, 2018], de Dan Fogelman. Com Olivia Wilde, Oscar Isaac e Antonio Banderas.

Quando um jovem casal passa do romance universitário ao casamento e ao nascimento de seu primeiro filho, as reviravoltas inesperadas de sua jornada criam reverberações que ecoam por continentes e por diferentes vidas.


O Beijo no Asfalto

[Brasil, 2017], de Murilo Benício. Com Lázaro Ramos e Débora Falabella.

Baseado na peça homônima escrita por Nelson Rodrigues, o filme acompanha Arandir, que, ao socorrer um sujeito vítima de um atropelamento, quase morto, só tem tempo de realizar um último pedido: dar-lhe um beijo.


O Chamado do Mal

[EUA, 2017], de Michael Win-nick. Com Josh Stewart, Delroy Lindo e Bojana Novakovic.

Ao se mudar com o marido para um novo lar, Lisa sofre um aborto em circunstâncias misteriosas. Agora, ela se vê assombrada por uma entidade maligna que passa a atormentar sua vida, fazendo-a questionar sua sanidade.


Rasga Coração

[Brasil, 2017], de Jorge Furtado. Com Marco Ricca, Luisa Arraes e Drica Moraes.

Manguari Pistolão é ao mesmo tempo um herói e um homem comum. Atuante na militância em boa parte da vida, agora ele terá que enfrentar o mesmo que seu pai enfrentou: o seu filho Luca pretende deixar a faculdade de Medicina e ingressar de vez no movimento hippie. Em um crescente conflito com as escolhas do filho, ele verá seu passado sendo reiventado na figura dele.


A Mata Negra

[Brasil, 2018], de Rodrigo Aragão. Com Carol Aragão, Jackson Antunes e Clarissa Pinheiro.

Numa floresta do interior do Brasil, uma garota vê sua vida – e a de todos ao seu redor – mudar terrivelmente quando encontra o Livro Perdido de Cipriano, cuja Magia Sombria, além de outorgar poder e riqueza a quem o possui, é capaz de libertar uma terrível maldição sobre a terra.


O Ódio que Você Semeia

[EUA, 2018], de George Tillman Jr. Com Amandla Stenberg, Regina Hall e Russell Hornsby.

Starr Carter é uma adolescente negra de dezesseis anos que presencia o assassinato de Khalil, seu melhor amigo, por um policial branco. Ela é forçada a testemunhar no tribunal por ser a única pessoa presente na cena do crime. Mesmo sofrendo uma série de chantagens, ela está disposta a dizer a verdade pela honra de seu amigo, custe o que custar.


Henfil

[EUA, 2018], documentário de Angela Zoé.

O documentário registra uma proposta curiosa feita a uma turma de jovens animadores: tentar trazer para a atualidade as obras do cartunista, jornalista e ativista brasileiro Henrique de Souza Filho, o Henfil. Além desse processo, o filme traz depoimentos de amigos e revelações sobre como o artista hemofílico lidava com sua doença e utilizava seus desenhos como instrumento de luta contra a censura política de sua época.


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