Soul humanista de Joss Stone volta a São Paulo

Por Metro Internacional

Aos 31 anos e com sete álbuns no currículo, Joss Stone não apenas se destaca por ser uma das vozes mais populares do soul dos últimos tempos, mas também por se manter fiel a suas inquietações musicais sem cair nas pressões da indústria.

“Estou convencida de que a música é algo muito simples. Tem gente que passa muito tempo complicando as coisas. Não posso fazer isso, porque preciso da música. Se decido fazer algo, coloco uma coisa na frente da outra e começo”, explica a artista, que volta ao Brasil nesta quarta-feira (5) para um show que acontece às 21h no Tom Brasil (r. Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, R$ 340 a R$ 620).

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Para Joss, tudo é possível. Um exemplo é a extensão da atual turnê “Total World”, que fez a cantora percorrer mais de 158 países ao longo de quatro anos. “Não é preciso esperar para fazer algo. O problema é a ideia de que algo não é possível e criar obstáculos que não existem”, diz.

Esse modo de levar a vida explica seu último projeto musical, “Mama Earth”, um trabalho com onze canções realizada de forma colaborativa com músicos como Nitin Sawhney, Étienne M’Bappé, Jonathan Shorten e Jonathan Joseph.

“Separamos dez dias de nossas vidas, entramos no estúdio para fazer o que sentíamos e ver o que saia. Tudo fluiu muito bem”, afirma ela.

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