Livro de Michelle Obama vira best-seller: 'não tenho intenção de concorrer'

Por Metro Rio

Desde que deixou a Casa Branca, ao lado do marido Barack Obama, Michelle Obama tem sido bomberdada com a mesma pergunta: “Você pretende concorrer à presidência dos Estados Unidos?”. Uma pesquisa recente, conduzida pelo instituto SurveyMonkey, mostrou que ela venceria o atual presidente, Donald Trump, com uma margem de 13 pontos percentuais. Mas, em seu recém-lançado livro “Minha História”, Michelle é enfática: “Eu não tenho intenção de concorrer a cargo eletivo – nunca.”

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Produzido como parte de um acordo com a editora Penguin Random House, que rendeu cerca de US$ 60 milhões (cerca de R$ 231,6 milhões) ao Casal Obama, e inclui ainda uma autobiografia do ex-presidente – sem previsão de lançamento –, “Minha História” vendeu mais de 2 milhões de cópias só nos EUA e Canadá em apenas duas semanas.

No livro, Michelle, 54 anos, afirma que nunca vai perdoar Donald Trump por ter promovido a teoria conspiratória de que Barack Obama teria nascido no Quênia, mesmo depois do democrata ter divulgado a certidão de nascimento que comprovava sua origem no estado do Havaí.  “Donald Trump, com suas insinuações irresponsáveis e estridentes, colocou a segurança da minha família em risco”, acusa.

A ex-primeira-dama conta que reagiu com incredulidade à eleição do empresário nova-iorquino, em 2016. “Sempre vou me perguntar o que levou várias mulheres a rejeitarem uma candidata qualificada e escolherem um misógino como presidente”, escreve, referindo-se à candidata Hillary Clinton, derrotada no pleito.

Apesar das declarações duras, a obra vai além das anedotas sobre a política americana. Michelle traça um panorama de sua trajetória, desde a criação na periferia de Chicago, até os tempos em que morou na casa mais conhecida do mundo.

Ela revela que sofreu um aborto espontâneo antes de ter as duas filhas, Sasha e Malia, concebidas a partir de fertilização in vitro. “Eu me senti como se eu tivesse falhado, porque eu não sabia que abortos espontâneos eram comuns”, afirma.

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