Assassino de John Lennon revela por que usou 'balas de ponta oca' para matar o ex-Beatle

Por Victória Bravo

Mark David Chapman vai entrar para a história como assassino. Não há dúvidas sobre isso. Nada menos que o assassino que tirou a vida de um dos maiores músicos do século passado: John Lennon. Ele executou em

Em 8 de dezembro de 1980, Mark David Chapman assassinou o ex-Beatle John Lennon, em Nova York. Foram cinco tiros e quatro atingiram o corpo da vítima, que morreu a caminho do Hospital Roosevelt.

De acordo com o Infobae, o autor do assassinato foi preso imediatamente. Chapman ficou no local observando o ocorrido e segurando a arma. Naquela tarde, Lennon havia autografado para seu próprio assassino um exemplar de “Double Fantasy”, seu último álbum.

Chapman foi condenado à prisão perpétua. Ele começou a pedir liberdade condicional depois de cumprir 20 anos de sentença. Desde então, ele pede esse benefício todos os anos. Este ano foi a última vez que ele fez isso e obteve o pedido negado novamente.

Durante esta audiência, o assassino de Lennon teve que contar como decidiu acabar com a vida do artista. Foi então que Chapman revelou que usou uma munição especial para garantir que o ex-Beatle morresse e não sofresse.

“Carreguei essas balas para ter certeza de que ele fosse morto”, disse Chapman ao conselho se referindo as munições de ponta oca, também conhecidas como “Dundum”. Esse tipo de munição se deforma ou estilhaça ao encontrar o corpo da vítima, aumentando o diâmetro da lesão e causando um efeito mais letal.

“Fiquei preocupado que ele não sofresse”, confessou. Além disso, o assassino revelou que ficou com remorso imediatamente e até hoje se sente perseguido.

O relatório da autópsia Medical Examiner de Nova York County dia datado a seguir mostra a causa da morte como múltiplos ferimentos de bala no ombro e peito esquerdo, pulmão esquerdo e da artéria subclávia esquerda, interna e sangramento externo.

Em 2010, a New Musical Express publicou trechos da transcrição de uma audiência do criminoso em que ele explicava seus motivos para matar Lennon:

“Não estava pensando com clareza. Tive uma horrível decisão de acabar com a vida de outro ser humano por razões egoístas. Pensava que se matasse John Lennon eu me tornaria alguém, e ao invés disso, tornei-me um assassino, e assassinos não são ninguém”.

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