Elite: série da Netflix abusa de clichês, mas traz trama instigante

Por Metro Brasília

Depois de “Casa de Papel”, outra produção espanhola tem conquistado o coração dos brasileiros na Netflix. “Elite” apresenta uma trama completamente diferente da antecessora, mas compartilha com ela três nomes do elenco, inclusive a protagonista, María Pedraza.

Se na primeira série ela era a rica filha de um embaixador, aqui ela também é rica, mas estuda em uma escola cercada de gente ainda mais poderosa – e aparece assassinada logo após uma festa.

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A trama da série busca apresentar o cotidiano dos estudantes para que o espectador adivinhe quem matou Marina, em um estilo a la Agatha Christie. Os principais suspeitos são os alunos bolsistas Samuel (Itzan Escamilla) e Christian (Miguel Herran, o Río de “Casa de Papel”).

A trama da série não é inovadora, tampouco seu roteiro, que abusa de clichês, como os personagens que fazem excessivo drama em um ambiente de “high school”.

O próprio desenvolvimento dos personagens cai em lugares comuns, especialmente ao propor vários amores impossíveis entre os ricos e os pobres. As cenas de interrogatório que abrem cada episódio da série também têm textos pouco inspirados.

A atuação dos protagonistas, a trilha sonora e o grande apelo a cenas de sexo formam um combo que mantém o espectador preso. Vale a pena persistir: o final surpreende com uma reviravolta que pode tornar a já confirmada segunda temporada muito mais original que a primeira.

Veja o trailer da série:

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