Pharrell Williams abre pedido judicial para que Trump não use suas músicas

Por Metro Jornal

O cantor Pharrell Williams entrou com um pedido judicial para que o presidente dos EUA, Donald Trump, não utilize suas músicas em público durante campanha.

No último sábado (27), o político tocou a canção "Happy" durante um comício na cidade de Indiana que foi realizado logo após o tiroteio que matou 11 pessoas que estavam em uma sinagoga em Pittsburgh.

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“Pharrell não permitiu, e não permitirá, que você apresente em público, transmita, ou dissemine suas músicas. No dia do assassinato em massa de 11 pessoas nas mãos de um nacionalista louco, você tocou a música ‘Happy’ para uma multidão em um evento político em Indiana. Não havia nada de ‘feliz’ na tragédia que aconteceu no sábado neste país, e não houve permissão para que você use esta música para este propósito”, diz parte do pedido judicial divulgado pelo advogado do artista, Howard King.

Em agosto, o cantor Steven Tyler, líder do Aerosmith, tomou a mesma atitude que Pharrell depois que Trump utilizou a música "Livin’ on the Edge" em outro comício.

Além deles, a banda Rolling Stones e os cantores Adele e Neil Young também já fizeram o mesmo pedido.

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