Ingenuidade dá lugar a ocultismo em O Mundo Sombrio de Sabrina

Por Patricia Carranza - Metro Internacional

A imagem de bruxa engraçadinha foi deixada de lado para dar lugar a uma história dramática que mostra o lado obscuro da magia em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que estreia nesta sexta-feira (26) na Netflix.

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Remake de uma série teen de sucesso dos anos 1990, a produção narra os dilemas de Sabrina Spellman (Kiernan Shipka), que, ao completar 16 anos, precisa escolher entre seguir seu DNA bruxo ou ficar ao lado dos amigos e de seu namorado humano, Harvey (Ross Lynch).

A nova abordagem sobre a história preferiu beber em clássicos do terror para  e conferir realismo a um mundo recheado de sacrifícios, possessões demoníacas e rituais satânicos.

“O grande desafio de fazer essa série foi criar um mundo que não existe e deixá-lo o mais próximo da realidade. Para nós, o importante foi buscar unir emoções diferentes, como o amor e o medo, para alcançar os espectadores”, explica Lisa Soper, designer de produção da série.

A nova história de Sabrina se baseia nos quadrinhos escritos pelo diretor criativo da Archie Comics, Roberto Aguirre Sacasa, que atua no momento como roteirista e produtor executivo da série “Riverdale”.

“Tivemos liberdade para criar o que queríamos baseados em um mundo que fizesse sentido com a realidade, porque Sabrina vai à escola, sai com seus amigos e, ao mesmo tempo, tem uma vida oculta cheia de magia negra”, destaca Lisa.

Apesar de contar com elementos mágicos, a série não contou com tantos efeitos visuais quanto pode parecer. “Queríamos que tudo fosse muito prático, uma história com enfoque realista e com a qual adolescentes e adultos pudessem se relacionar”, conclui Lisa.

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