Ex-integrante do Fifth Harmony, Camila Cabello traz o hit Havana ao Brasil

Por Gabriela Acosta Silva/Metro Internacional

Após ser apontada nesta semana como melhor nova artista pelo American Music Awards, Camila Cabello, 21, chega ao Brasil para uma série de shows da turnê “Never Be the Same”.

Em São Paulo, a apresentação acontece neste domingo (14), a partir das 15h45, no Z Festival, que reúne ainda artistas como Rouge, Zeeba e Vitor Kley no Allianz Parque (av. Francisco Matarazzo, 1.705, Água Branca; de R$ 130 a R$ 600).

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A ex-integrante do grupo Fifth Harmony conversou com o Metro Jornal sobre seu momento na música e de como acumula experiência para ser uma artista mais completa.

Como você se adapta a esse ritmo de trabalho?
Todos os dias são um desafio. Essa é uma carreira cheia de sacrifícios. Não dá para descuidar nenhum momento, e apenas os que perseveram alcançam seus sonhos.

É difícil responder a seus fãs nas redes sociais?
Gosto de estar em contato direto com meus seguidores. Alguns passam por maus momentos, e dar-lhes atenção pode ajudá-los a não tomarem más decisões. Eles me escrevem sobre seus medos, tristezas, alegrias e me pedem conselhos, assim me sinto responsável de estar com eles, porque eles me apoiam em todas as horas. Além disso, eles me inspiram a compor e escrever sobre o que usamos para seguir adiante.

Quem a faz manter seus pés no chão?
Definitivamente minha família. Quando chego em casa, não sou a artista, mas a filha ou a irmã que tem que cuidar de tarefas domésticas.

Que história de vida que você gosta de contar?
A história de meus pais e o fato de eu vir de uma família de lutadores. Minha mãe é cubana e meu pai é mexicano. Cresci entre Cojímar, em Cuba, e a Cidade do México. Lembro quando minha mãe disse que iríamos à Disney, mas foi um longo caminho até cruzar a fronteira .

Qual o melhor conselho que você já recebeu?
Que o sucesso não é eterno e é preciso estar preparado para as mudanças, porque é quando se aprende como é ser uma artista de verdade. Aprendi que devo aproveitar o presente, enquanto minhas canções estão populares e as turnês têm boa aceitação.

Qual é a maior luta dos EUA?
Fico emocionada em ver injustiças com os latinos, sobretudo em relação aos “sonhadores”. O sonho americano é cada vez mais difícil para as pessoas que buscam de verdade uma mudança. Tenho orgulho de ser cubano-mexicana, e minha luta é diária para que essas crianças não sejam esquecidas, porque vale a pena lutar por elas.

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