Aos 60 anos, Nicole Puzzi é homenageada com exibição de clássicos da pornochanchada

Por Metro Jornal

As novas gerações podem até conhecer a atriz Nicole Puzzi como apresentadora do programa “Pornolândia”, do Canal Brasil, mas é o legado deixado por ela no cinema, nos anos 1970 e 1980, que lhe deu um título de sex symbol vigente até hoje.

Aos 60 anos e ainda na ativa nos palcos, em cartaz na peça “Transex”, do grupo Os Satyros, tem os filmes de sua juventude revistos na mostra “Eu, Nicole Puzzi, Possuída Pelo Prazer”, que abre nesta quinta-feira (4) e segue até o dia 14 na Cinemateca Brasileira (lgo. Sen. Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, tel.: 3512-6111).

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Serão exibidos dez filmes, boa parte deles sucessos da Boca do Lixo, espécie de Hollywood alternativa e paulistana que, nos anos 1970, produziu pornochanchadas de forte conteúdo erótico. O caráter marginal e barato das produções permitiu grandes experimentações, que obtiveram aprovação de público e influenciaram o cinema “sério” que se faria a partir dali.

Nicole estrelou importantes filmes do período, como “Possuídas pelo Pecado” (1976), de Jean Garret, que a projetou ao estrelato; “Eros” (1981), de Walter Hugo Khouri – a quem a atriz deve o sobrenome artístico Puzzi; e o clássico do terrir “As Sete Vampiras” (1986), de Ivan Cardoso.

Serão exibidos ainda “Ariella” (1980), “Retrato Falado de uma Mulher sem Pudor” (1982), “Belinda dos Orixás: Na Praia dos Desejos” (1979), entre outros títulos.

A sessão de abertura, que acontece hoje, às 20h30, apresenta o filme mais recente da atriz, o curta “Lembranças de Maio” (2015), de Flávio C. von Sperling.

Devido a seu teor erótico, todas as sessões têm classificação indicativa de 18 anos.

A programação completa pode ser conferida no site cinemateca.gov.br, e as exibições têm entrada gratuita.

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