Estreias no cinema: os últimos dias de Tancredo Neves e outros lançamentos desta semana

Por Fred Lopes

Eleito o presidente do Brasil: Tancredo Neves, do PMDB. O ano é 1985 e o mineiro estava pronto para subir a rampa do Palácio do Planalto, mas, de repente, se vê internado. É com essa agitação e todo esse clima inesperado que o filme "O Paciente – O Caso Tancredo Neves" narra os últimos dias do primeiro presidente pós-ditadura militar.

Nesta quinta-feira (13) também tem a estreia de "O Predador", longa que está rendendo diversos momentos polêmicos durante a divulgação. Após a atriz Olivia Munn recusar contracenar com um colega acusado de abuso sexual, ela está sendo isolada pelos demais companheiros de elenco nos eventos de promoção do filme, contando somente com o apoio de Jacob Tremblay, de 11 anos (veja mais aqui).

O cardápio de filmes nacionais está bem variado esta semana: o suspense de Daniela Thomas em "O Banquete", a ficção científica do estreante Hilnando SM em "O Homem que Parou o Tempo" e a agitação de uma cidade pernambucana durante o período eleitoral no documentário "Camocim".

Assista aos trailers:

O Paciente – O Caso Tancredo Neves

[Brasil, 2018], de Sergio Rezende. Com Othon Bastos, Esther Góes e Leonardo Medeiros.

Os últimos dias da vida de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil, eleito pelo colégio eleitoral no Congresso Nacional, depois da ditadura militar. Toda a expectativa da população brasileira e a doença de Tancredo, que depois de 39 dias de internação, morreu no dia 21 de abril de 1985, nunca sendo empossado.


O Predador

[EUA, 2018], de Shane Black. Com Boyd Holbrook, Sterling K. Brown e Keegan-Michael Key.

Dos confins longínquos do espaço até as ruas de bairros residenciais, a caçada chega a todos os lugares na reinvenção explosiva assinada por Shane Black da série Predador. Agora os mais letais caçadores do universo estão mais fortes, mais inteligentes e mais mortais do que antes, tendo se aperfeiçoado com o DNA de outras espécies. Quando um jovem acidentalmente causa seu retorno à Terra, apenas uma equipe improvável de ex-soldados e um professor de ciências amargurado podem evitar o extermínio da raça humana.


O Banquete

[Brasil, 2017], de Daniela Thomas. Com Marina Lima, Drica Moraes e Rodrigo Bolzan.

Neste banquete, onde jogos de poder e erotismo estão colocados à mesa, a vida dos convidados serão transformadas para sempre. Entre eles está o poderoso editor de uma revista, que celebra seu aniversário de casamento. Ele pode ser preso nesta noite, já que escreveu uma carta aberta com graves denúncias contra o presidente do país.


Hotel Artemis

[EUA e Reino Unido, 2018], de Drew Pearce. Com Jodie Foster e Dave Bautista.

Num futuro próximo, no subsolo de um hospital em Los Angeles, os criminosos mais sinistros da cidade recebem cuidados especiais. A enfermeira que controla o lugar acaba descobrindo que um de seus pacientes está lá para cometer um assassinato.


Camocim

[Brasil, 2017], de Quentin Delaroche. Documentário.

A cada quatro anos, o cotidiano calmo e tranquilo de Camocim de São Félix, pequena cidade do interior do Pernambuco, é chacoalhado. Durante a campanha municipal, a cidade se divide em duas, e todas as vidas parecem orbitar em torno da política. No meio deste mercado eleitoral, Mayara, 23 anos, tenta fazer uma campanha “limpa” para eleger seu candidato e amigo César.


Limites

[EUA e Canadá, 2018], de Shana Feste. Com Vera Farmiga e Christopher Plummer.

Laura é uma mulher que busca viver uma vida tranquila e que faz o possível para ajudar as pessoas. No entanto, seus desejos e sua generosidade característica entram em conflito quando ela precisa levar Jack, um homem que é seu pai e também é um criminoso, em uma viagem de carro do Texas até a Califórnia. Os dois e Henry, filho de Laura, que também vai junto, vão aprender da maneira mais confusa e difícil o que significa ser uma família.


O Homem que Parou o Tempo

[Brasil, 2018], de Hilnando SM. Com Gabriel Pardal, Camila Márdila e Iuri Saraiva.

João é um cara que tenta pôr em prática um plano um tanto insólito – conseguir parar o tempo. Só que para isso ele terá que cometer uma espécie de "suicídio social". Isolado em seu micro-apartamento de fundos, num Rio de Janeiro distópico, abandonado e ao mesmo tempo ocupado pelos únicos que não conseguiram ir embora antes da grande crise, mostra que conseguir parar o tempo torna-se uma difícil viagem solitária e que levará João até as últimas consequências.

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