Zeca Camargo lança coletânea de receitas da culinária indiana

Por Metro Rio
Livro Zeca Camargo

“Me apaixonei pela Índia através da comida”, confessa Zeca Camargo. Em “Índia – Sabores e Sensações” (Cia. das Letras), livro com 31 receitas, o jornalista traz para o Brasil uma parte importante da cultura indiana: a mesa e as especiarias. Todas as receitas contidas no livro são vegetarianas.

Em seu primeiro contato com o país, há mais de 30 anos, Zeca Camargo e o grupo que viajava com ele ficaram assustados. “A Índia é um lugar muito diferente, é difícil de gostar. Tem muita gente, muita coisa, alguns lugares são muito sujos… Assim que chegamos, quando fui para lá pela primeira vez, o grupo que estava comigo queria desistir e ir embora. Resolvemos descansar um pouco para resolver o que faríamos. Conhecemos uma senhora que nos ofereceu um jantar, e nos apaixonamos! Resolvemos ficar mais tempo”, conta Zeca.

Quem o ajudou nessa iniciativa foi o amigo Varunesh Tuli, um chef indiano, que apresentou ao jornalista os mais diversos pratos e, igualmente importante, a hospitalidade dos habitantes. Além da culinária, Zeca também relembra no livro os momentos que passou no país, em pequenos relatos, influenciados pelos sabores e aromas que lá experimentou. Saudosista em sua narrativa, o livro parece ser uma memória afetiva motivada pelos sabores da Índia.

Mídias sociais

As elocubrações aparecem também nas redes sociais de Zeca, que atualmente investe nelas para aumentar o alcance de suas publicações e conversar com o público. Ele sempre teve uma ligação muito forte com o público jovem, e hoje não é diferente. “Brinco que muitas vezes eles nem lêem o que eu escrevo”, comenta o mineiro sobre suas postagens cheias de texto até no Instagram, onde predominam as imagens. Mas ele faz sucesso: são 380 mil seguidores na rede social.

“Eu sou um cara de 55 anos, não sou mais um garoto, não vou ficar falando gíria. Para se comunicar com esse público é preciso respeitar a opinião e estabelecer um diálogo. Temos que procurar coisas em comum”, conta. Ele também elogia a nova geração: “Tenho que dar o crédito, eles têm usado o engajamento para o bem, de uma forma positiva”.

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