Série ‘Glow’ reflete batalhas femininas; começa 2ª temporada

Por Metro Internacional

Quando a primeira temporada de “Glow” estreou, no ano passado, a série da TV que ficcionaliza o nascimento dos shows de luta livre feminina rapidamente se tornou uma queridinha do público e da crítica. Alison Brie, Betty Gilpin e Marc Maron conduziram com bastante sucesso o amplo elenco feminino por dez episódios que dosaram comédia, drama e a teatralidade da luta livre.

Essa turma está de volta agora para a segunda temporada da produção, já disponível no serviço de streaming.

A despeito das lutas e do humor, “Glow” também é uma série sobre os movimentos #MeToo e #TimesUp, que varreram Hollywood contra o assédio sexual e a desigualdade de gênero neste ambiente. A primeira temporada surgiu antes das primeiras denúncias contra o produtor Harvey Weinstein, mas o pano de fundo da trama já mostrava a batalha para as mulheres se integrarem à indústria do entretenimento nos anos 1980.

“’Glow’ aborda o problema a seu próprio modo. Esses movimentos não inventaram o problema. Eles apenas estão jogando luz sobre ele para que a gente possa, talvez, fazê-lo parar”, explica Rebekka Johnson, que, ao lado de Kimmy Gatewood, interpreta a dupla de “velhinhas” do time de lutadoras.

Para a atriz, “Glow” é parte desse movimento de protesto, bem como a novata série “Dietland”. Neas, as mulheres são maioria no elenco e também no time criativo.

“Esse é um espaço muito inspirador para se trabalhar. Eu dirijo, escrevo, produzo e atuo. Em muitos de meus outros trabalhos não estou cercada de mulheres. Em geral tem muito homem e pouca mulher. Então é incrível ver quantas delas fazem parte desse processo tanto por trás quanto pela frente das câmeras. Isso faz com que este seja um ambiente realmente saudável”, conclui Johnson.   

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