Festival File 2018 explora sensações criadas por meio do uso da tecnologia

Por Metro Jornal

Marcado pela interatividade e a forma como reflete sobre dilemas contemporâneos com ar futurista, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica chega nesta terça-feira (3) a sua 19ª edição, no Centro Cultural Fiesp, colocando a experiência sensorial em primeiro plano.

Parafraseando a máxima do teórico da comunicação Marshall McLuhan, responsável por pregar que “o meio é a mensagem”, os organizadores Ricardo Barreto e Paula Perissinotto escolheram como tema da File “o corpo é a mensagem” – uma alusão à importância desse suporte material para concretizar o trânsito entre a dimensão física e a virtual no uso das tecnologias.

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Isso se revela, por exemplo, na obra “Outrospecter”, dos holandeses Frank Kolkman e Juuke Schoorl, que usa realidade virtual para simular uma experiência de quase morte, na qual o sujeito experimenta a sensação de estar fora do próprio corpo, evocando reflexões sobre mortalidade.

Outro destaque é “SyncDon 2”, dos japoneses Akihito Ito e Issey Takahashi, que se vale de estímulos auditivos, táteis e visuais para sincronizar os batimentos cardíacos de duas pessoas diferentes, propondo um olhar para outras formas de comunicação – no caso, mais primitivas.

Serão apresentados mais de 240 trabalhos vindos de 38 países. Em comum, eles buscam instigar o público a partir de olhares inovadores.
A abertura será apenas para convidados, mas a visitação ao público segue de amanhã até 12 de agosto.

Serviço:
No Centro Cultural Fiesp (av. Paulista, 1.313, Cerqueira César; tel.: 3146-7000). Visitação abre nesta quarta-feira(4). De ter. a sáb., das 10h às 22h; dom., das 10h às 20h. Grátis. Até 12/8.

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