Ouvimos o disco Everything Is Love, do casal Beyoncé e Jay-Z; confira a crítica

Por Metro Jornal

Alvo constante dos holofotes, Beyoncé e Jay-Z vêm apresentando uma cacetada sonora atrás da outra. Primeiro ela lançou “Lemonade” (2016). Depois foi a vez de ele soltar “4:44” (2017). Agora, sob a alcunha de The Carters, os dois se reúnem no igualmente forte “Everything Is Love”.

Lançado no fim de semana passado exclusivamente na plataforma de streaming Tidal, do qual os dois são sócios, o álbum tem sido visto pela mídia especializada como uma espécie de conclusão de uma trilogia iniciada pelos últimos discos solos do casal e que gira em torno das dores e delícias envolvidas na manutenção de um casamento.

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“Lemonade” era encharcado de letras sobre as ruínas emocionais provocadas pela infidelidade. Já “4:44” revelava um Jay-Z cheio de culpa. Puxado para o rap, “Everything Is Love” celebra a reconciliação deles especialmente após o nascimento dos gêmeos Rumi e Sir, há um ano.

“Nós rompemos e voltamos / Agora estamos felizes e apaixonados”, canta Jay-Z em “Lovehappy”, faixa que encerra a tracklist de nove canções, disponibilizadas ontem também no iTunes e no Spotify.

Apesar de ter o amor como tema central, “Everything Is Love” está longe de ser um álbum fofo. Tal como nos trabalhos solo do casal, a ideia é fazer uma crônica sincera das situações testemunhadas pelos dois em vários campos, especialmente enquanto negros bem-sucedidos nos EUA.

Isso fica evidente em “Boss”, na qual Beyoncé canta “Meus tataranetos já são ricos / Já são muitas crianças negras na lista da Forbes”. Já em “Apeshit”, Jay-Z critica o fato de ter sido esnobado pelo último Grammy, do qual saiu sem nenhum troféu apesar de suas oito indicações terem sido um recorde para o ano.

A faixa, aliás, recebeu um luxuoso clipe rodado em um Museu do Louvre vazio, sublinhando a figura de ambos como ícones da cultura pop contemporânea.

Veja o clipe da nova canção "Apleshit":

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