Jornalista americana chora ao ler notícia sobre crianças imigrantes presas e separadas dos pais

Por Metro Jornal

A jornalista Rachel Maddow, âncora de um dos telejornais da rede MSNBC, expressou o horror de muitos ao ler a notícia sobre os filhos de imigrantes ilegais que estão sendo literalmente enjauladas e separadas de seus pais.

A apresentadora não conseguiu terminar de descrever os abrigos de "tenra idade" criados na fronteira do país para acomodar as crianças, muitas vezes dentro de verdadeiras jaulas. Essa é uma das consequências do endurecimento das leias de imigração do governo Donald Trump, que expulsa de maneira truculenta os estrangeiros sem documentação no país.

Mais tarde, ela falou sobre a "engasgada" em sua conta no Twitter.

"Ai, me desculpem. É meu trabalho ser capaz de falar enquanto eu estou na TV. O que eu estava tentando fazer — quando de repente eu não poderia dizer/fazer qualquer coisa — era ler esse trecho:"

"Oficiais do governo Trump está mandando bebês e outras crianças pequenas separados à força de seus pais para ao menos três abrigos de "tenra idade" no Sul do Texas".

"Advogados e médicos que visitaram os abrigos descreveram salas cheias de crianças em idade pré-escolar aos prantos"

"Décadas após o sistema nacional de bem-estar infantil encerrou o funcionamento de orfanatos, preocupados com o trauma duradouro que essas crianças poderiam ter, a administração (de Trump) está construindo novas instituições para manter as crianças da América Central que o governo separou de seus pais…"

"'E pensar que eles colocarão crianças tão pequenas em um ambiente institucional… Quero dizer, é difícil para mim até pensar nisso "", disse Kay Beller, vice-presidente de programas de imigração luterana e serviço de refugiados. 'As crianças estão sendo detidas"".

"Trechos desta reportagem da Associated Press que surgiu enquanto eu estava no ar esta noite, mas a qual eu fui incapaz de ler no ar. De novo, eu peço desculpas por me desconrolar lá por um momento. Não era a maneira que eu pretendia que as coisas fossem, nem de perto".

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