Diego Moraes desponta como promessa nacional com lançamento de novo disco

Por Metro Brasília
diego moraes

Com uma bem temperada mistura de letras ao estilo Reginaldo Rossi e melodias com um toque de Broadway, o cantor Diego Moraes tem sido apontado como uma das mais talentosas revelações da música brasileira neste ano, em especial agora, com o lançamento do disco “#Équeeuandodeônibus”.

Moraes, porém, não é propriamente uma novidade. Ele participou do programa de TV “Ídolos” em 2009, mas foi derrotado na final por Saulo Roston. O resultado, porém, não importou muito – os dois desapareceram, mesmo com o lançamento do primeiro disco de Moraes, “Meus Ídolos” (2010), em que registrou os covers que apresentou durante o programa.

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Apesar de tão talentoso como naquela época, este “novo” Diogo Moraes é muito mais interessante – e ousado – do que aquele estreante. Em “#Équeeuandodeônibus” ainda aparecem algumas versões de clássicos da MPB, como “Balada do Louco”, de Arnaldo Baptista e Rita Lee, mas apresentada com arranjos jazzísticos e letra em inglês.

Diego Moraes tem uma capacidade vocal tremenda, mas a apresenta na medida. Suas canções se aproximam da delicada trilha sonora de um filme romântico, como fica evidente no single de divulgação do álbum, “Muderno” – com quase 500 mil views no YouTube – e na suave “Demodê”.

O cantor, porém, sabe rasgar o verbo quando é necessário, como em “Não Recomendado”, sobre o preconceito que enfrenta como homossexual. Tirando a faixa de introdução “Suite-Sem-Hidro”, Moraes acertou em todas.

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