Gringo - Vivo ou Morto faz comédia de erros entre México e Estados Unidos

Por Metro Jornal

David Oyelowo chamou a atenção da imprensa, em 2014, ao proporcionar uma contundente interpretação do líder Martin Luther King no filme “Selma”. O papel lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor ator em drama, mas, desde então, ele não teve outra chance de repetir o feito.

“Gringo – Vivo ou Morto”, que estreia nesta quinta-feira (3), seria a chance de ele provar seu talento em outro gênero além do drama. Após viver uma série de coadjuvantes, Oyelowo é o protagonista desta comédia de erros dirigida pelo australiano Nash Edgerton, irmão do ator Joel Edgerton, que também atua no longa.

Oyelowo interpreta Harold Soyinka, nigeriano que, para se radicar nos Estados Unidos, transformou em sua principal meta se tornar um cidadão de bem.

Ele é tão bom moço que não percebe ter se tornado testa de ferro do chefe e também seu melhor amigo, Richard (Edgerton). Ao lado de Elaine (Charlize Theron), ele comanda uma farmacêutica especializada em remédios derivados de maconha.

Prestes a ver o produto ser liberado nos EUA, a dupla precisa se livrar de uma operação já em andamento que liga a empresa a um cartel de drogas.

Sem saber que lida com traficantes, Harold faz a ponte entre esses dois mundos. Em uma viagem ao México, ele começa a suspeitar de Richard. Na mesma noite, descobre que sua mulher vai abandoná-lo. Sem rumo, ele finge o próprio sequestro para testar a lealdade do chefe enquanto criminosos mexicanos partem em seu encalço para garantir a continuidade de seus negócios.

Está armado o cenário para uma comédia cheia de humor sombrio que revela outra faceta do trabalho de Oyelowo. O riso, no entanto, não sai fácil – falta química entre o ator e a seara de mexicanos com os quais ele esbarra pelo caminho. Mais interessante é ver Charlize em um papel extremamente sensual, algo raro em sua carreira.

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