Círculo de Fogo – A Revolta: John Boyega encara monstros gigantes em novo sci-fi

Por Gregory Wakeman/Metro Internacional

O fato de já estar inserido na maior franquia da história do cinema não faz com que John Boyega se acomode. Além de estrelar “Star Wars”, ele também abriu sua própria produtora. Seu primeiro projeto do tipo é ambicioso: o blockbuster “Círculo de Fogo – A Revolta”, que ele também protagoniza.

Agora dirigido por Steven S. DeKnight, o longa estreia nesta quinta-feira (22) colocando Boyega como um sujeito que honra o legado do pai ao pilotar Jaegers, robôs gigantes criados para combater uma nova leva de monstros capazes de destruir a humanidade.

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Confira entrevista com o ator:

O que o fez querer trabalhar em “Círculo de Fogo”?
Acho que o fato de ser uma franquia baseada em uma ideia original. Além disso,
o primeiro longa deixou margem para sequências. Isso era fundamental para torná-lo mais interativo para os fãs. Eles discutem o filme nos mínimos detalhes. Além disso, senti que havia um grande potencial considerando o ótimo trabalho que Guillermo Del Toro já havia feito. O filme original era visualmente deslumbrante.

Você mencionou seu interesse pelo aspecto internacional da franquia…
Lembro de olhar para as artes conceituais dos Jaegers e ver os países que teriam desenhado cada um. Para mim, isso significava a união entre povos. O filme era uma ótima forma de explorar esse elemento que, se fosse real, teria impacto no nosso mundo.

Você teve receio de entrar em outra ficção científica?
Certamente. Minha maior preocupação era o personagem. Não queria fazer duas franquias nas quais eles eram basicamente os mesmos. Finn tem maneirismos e um jeito diferente de falar. Jake é um pouco mais descontraído, tem um passado e um estilo distintos. Até mesmo o visual é diferente. Pude demonstrar que é possível ser versátil.

Como foi a escuta dos fãs?
Adoro acompanhar fan art e mostrei isso à produtora Legendary. Disse a eles: “essas são coisas que os fãs querem ver. Vocês não podem fazer uma sequência sem isso”. E o motivo é que essas ideias são surpreendentes, mas também quis mostrar aos fãs que nós estávamos atentos. É importante fazer isso e também ser respeitoso com nosso processo criativo. A maior parte dos fãs é respeitosa em seus comentários, sejam eles positivos ou negativos. Eles apoiam esses filmes, e é bom poder honrá-los.

O que você quis alcançar com esse filme?
Acho que o gênero sci-fi tem sido capaz de falar sobre o mundo de uma forma não arrogante e com a qual ainda é possível se divertir. O desejo de ser herói e de encontrar uma força dentro de você também é algo com o qual todos podem se identificar.

Confira o trailer da produção:

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