Oito mulheres que transformaram a fama em ativismo

Por Ansa

Famosas, carismáticas e filantropas: algumas mulheres de Hollywood usaram e usam diariamente suas notoriedades para combater batalhas além do sucesso.

Por isso, hoje podem ser consideradas modelos de inspiração do empoderamento feminino para todas as pessoas que acompanham seus trabalhos.

Para fazer a diferença na vida de alguém, não é necessário ser conhecido no mundo todo, mas é preciso ter persistência e altruísmo, características que essas oito mulheres já demonstraram possuir:

Angelina Jolie

A ganhadora do Oscar tem, dentre tantas ações de notoriedade, a função de embaixadora do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Além disso, viajou para diversas zonas de guerra – como Darfur, Síria e Afeganistão – para levar ajuda, suprimentos e alimentos. Jolie também foi a primeira pessoa escolhida pelo secretário-geral da ONU como “enviada especial”, cuja função é atuar como representante da entidade em crises.

Amal Alamuddin

A esposa de George Clooney obteve sucesso com sua luta pelos direitos humanos. Dentre elas, Alamuddin trabalha pelo reconhecimento do genocídio armênio desde 2015. Ela também é presidente da Clooney Foundation for Justice, instituição cujo objetivo é disseminar a justiça em tribunais, comunidades e salas de aula ao redor do mundo. Alamuddin também é parceira da Aurora Humanitarian, criada com o intuito de mandar mulheres libanesas para estudar na United World College Dilijan.

Emma Watson

A intérprete de Hermione na saga Harry Potter começou a obter fama quando ainda era criança. No entanto, conseguiu reverter seu sucesso para as causas sociais. Watson é embaixadora da boa vontade da ONU Mulheres, lutando principalmente pela igualdade de gênero. A atriz também colaborou com a People Tree – marca de comércio justo – como modelo para uma coleção de roupas ecológicas. O objetivo era arrecadar fundos para famílias de países emergentes que visam sair da situação de pobreza.

Rose McGowan

Norte-americana nascida na Itália, McGowan é símbolo da revolução hollywoodiana contra abusos sexuais. Em janeiro deste ano, McGowan publicou o livro Brave, em que relata os crimes cometidos pelo produtor Harvey Weinstein. Além disso, é ativista dos direitos LGBT, tendo participado da campanha contra a Proposição 8 – que tentava vetar o casamento entre pessoas de mesmo sexo na Califórnia, Estados Unidos. No Dia Internacional da Mulher, a atriz participou da marcha feminista convocada pela italiana Asia Argento em Roma.

Shailene Woodley

A atriz norte-americana, que atuou em A Culpa é das Estrelas e Divergente, iniciou seu ativismo em 2016. Naquele ano, Woodley apoiou a causa dos índios sioux contra a empresa Energy Transfer Partners – que desejava construir um oleoduto em território indígena. No entanto, em outubro do mesmo ano, a atriz foi presa por participar de um protesto contra a construção de uma tubulação que poderia contaminar o rio Missouri.

Reese Witherspoon

Conhecida pela atuação em Legalmente Loira e Água para Elefantes, Witherspoon também contribuiu para causas sociais. A atriz criou uma produtora que transforma histórias de mulheres em conteúdo audiovisual. Foi a partir da Pacific Standard que os filmes Garota Exemplar e Livre foram feitos, além da série Big Little Lies, cuja segunda temporada possui Meryl Streep como protagonista.

Jennifer Lawrence

Com atuações em X-Men e Jogos Vorazes, Lawrence optou por se afastar dos sets de filmagem por um ano para trabalhar com uma organização anticorrupção. Em 2015, a atriz também questionou a igualdade de gênero através de um artigo em que expressava seu descontentamento por receber um salário inferior ao de seus colegas homens.

Meghan Markle

A noiva do príncipe Harry e intérprete da personagem Rachel Zane na série Suits também é conhecida pelos seus projetos humanitários. Quando tinha 11 anos, a atriz escreveu uma carta contra uma propaganda de detergente sexista. No texto, Markle defendia a igualdade de gênero. Em 2016, ela tornou-se embaixadora global da World Vision Canada, instituição que atua com crianças carentes. Além disso, trabalha para a ONU Mulheres.

Meghan Markle e príncipe Harry - rádio Reprezent REUTERS/Dominic Lipinski/Pool
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