Lynda Carter conta histórias de abuso sexual quando interpretava a Mulher-Maravilha na TV

Por Metro Jornal

Lynda Carter é um dos maiores símbolos da resistência feminina em Hollywood. Não apenas por ter vivido a icônica "Mulher-Maravilha" na televisão durante os anos 1970, Lynda sofreu na pele as agruras de uma indústria machista.

Recentemente, em uma entrevista para o site Daily Beast, Lynda falou de suas experiências que a levaram a ser uma ferrenha apoiadora do movimento #MeToo, que mostrou os efeitos avassaladores do assédio no meio.

Aos 66 anos, a atriz não deu nomes, mas contou que foi vítima de um abusador constante, que assediou "muitas pessoas". "Ele já foi bastante atingido. Não tem motivo para bater de novo", ela afirmou. "Eu acredito em cada mulher do caso Bill Cosby", completou Lynda.

Quando começou na carreira, descobriu que um cameraman fez um buraco em seu camarim para vê-la nua. O caso não passou impune, pelo menos"Ele foi demitido e varrido do mercado cinematográfico".

Mesmo assim, ela conta que foi aterrorizada pelos assediadores quando protestava contra o assédio. "Eles riam como se fosse piada", contou.

Ela nunca se sentiu à vontade para desabafar sobre os casos. "Para quem você vai contar? Para seu agente? Quem vai acreditar em você? Ninguém!", desabafou.

 

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