Ayrton Senna, o Musical estreia em São Paulo repleto de acrobacias e emoção

Por Metro Rio

Tricampeão mundial de Fórmula 1 e reconhecido ídolo internacional, Ayrton Senna, morto aos 34 anos, em 1994, após acidente em circuito na Itália, foi um dos maiores pilotos de todos os tempos. Até hoje reverenciado por pilotos como o atual campeão Lewis Hamilton, já teve sua história contada em livros e no cinema.

Agora essa trajetória chega também aos palcos. Com músicas e roteiro de Cláudio Lins e Cristiano Gualda, “Ayrton Senna, o Musical” estreia nesta sexta-feira ( sob a direção de Renato Rocha. O ator Hugo Bonemer, 30 anos – que fez "Hair", "Yank!", "Rock in Rio, o Musical" e novela "A Lei do Amor" –, vive o piloto nos palcos.

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Em entrevista ao Metro Jornal, ele conta como recriou o ídolo.

Você já era fã do Senna antes do musical?
Eu tinha 6 anos quando aconteceu o acidente. Tenho lembranças boas do legado que ele deixou, como o Instituto Ayrton Senna, que reverte a renda da marca para a educação. Na minha escola, vinha o material didático com o Senninha ensinando a gente a atravessar na faixa e usar o cinto de segurança. Fiquei com essa marca.

O que o levou ao papel?
Nunca fiz o papel de alguém que existiu de verdade. O legado e os dizeres dele me inspiram. Amo fazer o que faço e me identifico com a paixão que ele tinha pela profissão.

Há acrobacias aéreas no musical. Você já havia feito isso antes?
Essa parte é bem nova, nunca tinha me pendurado a vários metros de altura antes. O treinamento é bem intenso e temos acrobatas maravilhosos, os melhores dentro do mercado. Esses números acrobáticos têm justamente a intenção de trazer a sensação que os pilotos têm de adrenalina, risco e velocidade.

Gostou da trilha sonora?
As músicas foram inspiradas em sons reais de um autódromo. Passa a ideia de como o piloto sente a velocidade. Pesquisando sobre o Senna, descobri que ele era fã do Ivan Lins. Achei uma coincidência linda calhar de ser o Cláudio [filho do cantor] o cara que fez o musical.

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