Gênese da bossa nova inspira musical Garota de Ipanema

Por Metro Jornal São Paulo

Um cantinho, um violão e, para cada amor – e desamor e desencontros –, muitas canções.

O movimento fruto da reunião de então jovens cantores e compositores no Rio dos anos 1960, como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Nara Leão e João Gilberto, é exaltado no espetáculo “Garota de Ipanema – O Musical da Bossa Nova”, que estreia hoje no Teatro Opus (av. das Nações Unidas, 4.777, Shopping Villa-Lobos; sex., às 21h30, sáb., às 21h, dom., às 20h30; de R$ 50 a R$ 160; até 10/12).

Uma outra versão da obra, calcada em cima de uma trama de amor estrelada por Letícia Persiles e Thiago Fragoso, estreou no ano passado no Rio.

A montagem que chega a São Paulo, no entanto, abre mão da narrativa romântica para se debruçar sobre a história do gênero em quatro partes.

A primeira aborda curiosidades sobre o nome bossa nova. A segunda explora a origem e as influências do estilo musical. Na terceira, o público vai acompanhar os costumes dos artistas da época. O quarto e último bloco apresenta o movimento de popularidade do gênero pelo mundo.

O elenco conta com dez cantores/atores, com destaque para Fabi Bang e Myra Ruiz, estrelas da temporada paulistana de “Wicked”.

Sergio Módena assina a direção e também o roteiro, que teve ainda a mão do jornalista e pesquisador musical Rodrigo Faour.

Já a direção musical coube a Delia Fischer, responsável por montagens como “Elis – A Musical” (2013). A seleção inclui clássicos como “Samba de uma Nota Só”, “Ela É Carioca”, “O Barquinho”, “Chega de Saudade” e vários outros sucessos, além – é claro – de “Garota de Ipanema”.

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