Dilma pilota colheitadeira e comemora safra no Mato Grosso

Por Tercio Braga
Dilma dirigiu colheitadeira nesta terça-feira / Roberto Stuckert Filho/PR Dilma dirigiu colheitadeira nesta terça-feira / Roberto Stuckert Filho/PR

A presidente Dilma Rousseff comemorou nesta terça-feira a safra recorde de grãos no Mato Grosso. Dilma, durante a abertura da colheita da safra de grãos 2013/2014 chegou até a pilotar uma colheitadeira.

Segundo a presidente o plano de armazenagem lançado pelo governo federal no ano passado pode fazer uma transformação no campo, impulsionando ainda mais o agronegócio brasileiro. “Mudaremos a face do agronegócio, quanto mais investirmos em armazenamento” para acabar com o déficit do país neste setor, disse ela.

O plano prevê a concessão de R$ 5 bilhões por ano para garantir que, depois da plantação e da colheita, a produção não tenha perdas por falta de estocagem. A presidente Dilma disse ter pressa em agilizar o programa. E que verificou, após o seu lançamento, que os créditos não estavam sendo tomados com a rapidez desejada junto ao Banco do Brasil.

“Então eu queria mais. Com o que está saindo não é suficiente. Fizemos [então] uma campanha para que vocês [produtores] tomassem esse crédito para armazenagem, que é um dos [com juros] mais razoáveis do país. Vamos romper com os gargalos da infraestrutura – e armazenagem é um desses gargalos”.

Em Mato Grosso, a presidente destacou ainda a definição do novo modelo de portos, que contou com a contribuição das associações de produtores rurais. “Depois de 1808, abrimos os portos às nações amigas, que não eram a Inglaterra e a França, mas o nossos produtores, a iniciativa privada”, disse.

O novo modelo pôs fim à restrição de que os portos privados só podiam operar com carga própria e hoje eles também podem ter carga geral. Grande número de terminais de uso privativo hoje opera desta forma. Também foi possível modernizar portos públicos por meio de arrendamentos à iniciativa privada.

Ela destacou o estado de Mato Grosso como exemplo do grande esforço que está sendo feito para avançar na integração entre modais rodoviários, portos e ferroviários. “Ter modais integrados é muito importante”, enfatizou.


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