Anac define voos extras para a Copa do Mundo

Por Caio Cuccino Teixeira
Entradas para jogos da seleção brasilera não estarão à venda na próxima etapa | Marc Eich/Getty Images Serão oferecidos 1523 voos novos para datas de jogos da fase de grupos e para a final da Copa | Marc Eich/Getty Images

A Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) promete divulgar nesta quinta-feira a malha aérea para a Copa do Mundo, com a autorização de voos extras pedidos pelas companhias. Caso o órgão regulador aprove todos os pedidos, serão oferecidos 1.523 voos novos, principalmente, para datas próximas aos jogos da primeira fase e para a final.

Somente a TAM solicitou à Anac mais mil voos extras no período em questão. Segundo a  empresa, o investimento para operar esse voos extras será de pelo menos R$ 50 milhões. Dos voos solicitados, cerca de 850 são domésticos e cerca de 200 são internacionais.

Segundo a TAM, a malha aérea entre junho e julho deverá ter uma mudança temporária substancial, especialmente as operações relacionadas às cidades-sede do mundial de futebol. Como exemplo, a companhia cita Brasília, que passará de 83 voos diários para 96; Rio de Janeiro, que aumentará de cem voos diários para 112; e Cuiabá, que terá 11 em vez de cinco.

Já a Avianca solicitou à Anac 430 voos adicionais para o período da Copa do Mundo. O número corresponderá a um aumento de 6,4% no número de voos diários operados pela empresa.

A Avianca anunciou nesta semana que adotará durante 6 meses a tarifa-teto de R$ 999 para passagens aéreas no país. A empresa segue os passos da Azul, que no dia 8 decidiu adotar o mesmo limite de preços para os bilhetes durante a Copa do Mundo. 

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