Everything Sucks: nostalgia dos anos 1990 inspira nova série da Netflix

Por Metro Jornal

Depois da febre oitentista que varreu a cultura pop, em séries como “Stranger Things” e os revivals de “MacGyver” e “Duro de Matar”, é a vez de uma nova leva de produções olhar com carinho para a década seguinte: os anos 1990.

“Everything Sucks”, que estreia nesta sexta-feira (16) no serviço de streaming Netflix, abraça a causa ao misturar humor e drama para criar um típico seriado de colegial americano ambientado em 1996 em uma cidade com o sugestivo nome de Boring (chato, em tradução para o português).

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Ao som de Tori Amos, Alanis Morrissette e Oasis, acompanhamos os dilemas de dois adolescentes que acabam de entrar no ensino médio e fazem parte do clube de audiovisual.
Um deles é Luke (Jahi Winston), um jovem negro completamente apaixonado por cinema. Ele é filho de uma mãe solteira que trabalha como comissária de bordo internacional, ou seja, o garoto passa longas temporadas sozinho em casa enquanto ela está fora.

A outra é Kate (Peyton Kennedy), filha do diretor da escola, o sr. Messner (Patch Darragh). Ele também a cria só e nem faz ideia das dificuldades pelas quais a garota passa ao descobrir que talvez prefira meninas a meninos.

Luke e Kate se aproximam quando o clube de audiovisual precisa realizar um filme de baixo orçamento e, para isso, se alia a seu rival direto, o clube de teatro, frequentado por adolescentes mais velhos e ricos que adoram fazer bullying nos mais jovens.

A união dos dois será importante para que eles consigam apoiar um ao outro no processo de crescer em um mundo que nem sempre nos guia pelos caminhos que queremos seguir.
Em paralelo a isso, os pais da dupla também passam a contar um com o outro em busca da felicidade.

A força da série está em lançar um olhar nostálgico para a vida escolar, mas ancorado em toques realistas, sem o brilho e o glamour comum a produções anteriores, favorecendo uma identificação maior com o espectador.

Veja o trailer da série:

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