Desfiles de Carnaval marcantes, mas que foram derrotados, são homenageados em livro

Por Metro Jornal
por que perdeu

Em 2004, um desfile se tornou quase unanimidade do público durante a apresentação das escolas de samba no Carnaval do Rio de Janeiro.

O carro em que a Unidos da Tijuca usou 127 pessoas para representar o DNA humano, a partir de uma complexa coreografia, foi o elemento mais comentado da folia daquele ano. O título de campeão, no entanto, ficou com Beija-Flor.

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Essa e outras nove histórias são relatadas agora no livro “Por que Perdeu?”, no qual o jornalista Marcello de Mello relembra desfiles que, apesar de emblemáticos para o Carnaval carioca, não foram reconhecidos pelo júri como os melhores do ano.

Jurado do prêmio Estandarte de Ouro, Mello entrevistou personagens e fez pesquisas para contar histórias de enredos como “Domingo”, defendido pela União da Ilha, em 1977, bem como o histórico desfile em que a Beija-Flor apresentou um Cristo Redentor coberto de preto, em 1989, até chegar ao título que não aconteceu para a Unidos da Tijuca.

No fim de cada capítulo, o autor faz ainda um exercício de imaginação em torno do que a vitória das referidas escolas teria influenciado no desenvolvimento dos carnavais seguintes.

Desfiles abordados no livro:
• 1977 – União da Ilha
• 1979 – Portela
• 1983 – Império Serrano
• 1983 – Mocidade
• 1986 – Beija-Flor
• 1989 – Beija-Flor
• 1995 – Portela
• 1999 – Mocidade
• 2001 – Beija-Flor
• 2004 – Unidos da Tijuca

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